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informes - ABONG

3933/07/2007 a 9/07/2007

ONGs e movimentos manifestam repúdio à criminalização da pobreza

Diante da política de confronto em curso no Rio de Janeiro, foi formada uma comissão, integrada por organizações da sociedade civil – como a Abong –, movimentos sociais e populares, entre outros. Realizando ações como diálogos com autoridades, manifestos, atos e carta aberta à população, a articulação tem recebido cada vez mais adesões.

Em 28 de junho, a comissão esteve na Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, com o objetivo de exigir a adoção de uma política de segurança pública baseada na garantia dos direitos humanos e a investigação rigorosa das circunstâncias de todas as mortes ocorridas no Complexo do Alemão desde o dia 2 de maio. No entanto, as representações não foram recebidas, e tiveram proposta para realizar uma reunião em 3 de julho.

De acordo com Camilla Ribeiro, coordenadora de projetos da Justiça Global e uma das representantes da entidade na articulação, ontem (3), a comissão foi recebida pelo subsecretário da Segurança Pública, Márcio Derene, pela Ouvidoria e a Corregedoria da Polícia. “O governo, através da secretaria, reafirmou que não irá recuar, pois entende que é dessa maneira que deve ser enfrentada a problemática da segurança pública”, informa. “O que a secretaria quer fazer é tirar de foco o debate da lógica da política, para tratar de eventuais violações e abusos que foram cometidos por policiais, sem querer ver que, desta forma, viola os direitos humanos e criminaliza a pobreza. Com isso, as organizações que compõem a comissão entendem que não há o menor espaço para o diálogo, mas não irão de maneira nenhuma legitimar esta concepção e prática de segurança pública. ”

Em 13 de julho, a comissão realizará, em frente à Prefeitura carioca, o Ato contra as Reformas e a Política de Segurança Pública.
Saiba mais: www.global.org.br

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