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informes - ABONG

38227/03/2007 a 2/04/2007

ONGs e controle social

Representando a sociedade civil, ocupando espaços estratégicos, realizando intervenções e controle social, entre outros papéis, as organizações não-governamentais têm respondido de alguma forma pelas políticas públicas, que não chegam de forma eficiente às comunidades.

 

Dando destaque na participação de Conselhos paritários, compartilhamos das dificuldades que ainda resistem nesta relação, da necessidade de conhecimento na gestão dos Conselhos, que incluem a prioridade dos investimentos nas políticas públicas. Os orçamentos públicos quase sempre são uma “caixa-preta” aliada à burocracia do Estado. Recursos às vezes retornam por dificuldades na relação governo-sociedade civil.

 

Em relação às políticas compensatórias, observamos que há necessidade de se caminhar para uma prática mais eficiente de trabalho e renda, priorizando as mulheres, intensificando a educação de jovens e adultos e empreendedorismo, levando-se em consideração as culturas locais.

 

Em relação à Educação, temos movimentos reais de mudanças, inclusão de jovens no Pró-Uni, percentual de negros para acesso à universidade, no entanto existe ainda pouco investimento tecnológico e de infra-estrutura diante dos grandes projetos na Amazônia e que exigem pessoas qualificadas, favorecendo uma grande massa e bolsões de miséria locais.

 

Considerando a mobilidade do atual Ministério em equipar as escolas, com equipamentos e materiais, temos unidades que fizeram somente amontoar livros, CDs e equipamentos. Esses investimentos foram necessários, mas não eficientes, pois esbarraram na grande defasagem formativa dos professores/as e materiais com conteúdos importantes, mas quase sempre fora do contexto local.

 

No destaque da Saúde, temos o fortalecimento das Redes ONGs/Aids, que contribuem consideravelmente para a diminuição da epidemia em nosso País.

Tivemos um avanço – previsível – da epidemia nas mulheres, pois vivemos em um País onde as mulheres não usam “burka”, mas ainda não se apoderaram do seu corpo, da sua consciência e, em sua maioria, são manipuladas por seus parceiros, havendo necessidade de se trabalhar uma consciência de gênero com homens e mulheres. É triste saber que grandes recursos dos Pams Estaduais, direcionados para o combate e o tratamento do HIV/Aids, não são utilizados com eficiência. Tratando-se dessa epidemia, o “tempo” é bastante significativo e não combina com ineficiência ou burocracia.

 

Acredito que há necessidade de qualificação e compromisso das pessoas no trato das questões públicas, pois muitas vidas e o futuro estão em jogo.... Agora! (Por Maria Luiza Barroso Magno).

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