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informes - ABONG

37512/12/2006 a 18/12/2006

Rede de tecnologia social realiza seu 1ª Fórum Nacional

Tecnologia Social, uma nova cultura de participação para o desenvolvimento sustentável foi o tema central do 1º Fórum Nacional da Rede de Tecnologia Social, realizado no período de 5 a 8 de dezembro, em Salvador (BA). A organização e coordenação deste 1º Fórum  esteve sob a responsabilidade da Abong – que integra a Rede desde a sua criação. O evento também contou com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, Fundação Banco do Brasil, Ministério do Desenvolvimento Social e Ministério da Integração Nacional, bem como com o apoio da Articulação do Semi-Árido Brasileiro, da Rede GTA, do Instituto Ethos e do Ministério da Ciência e Tecnologia, entre outros.

A Rede de Tecnologia Social (RTS) nasceu em abril de 2005, com base na constatação de que, apesar de várias instituições trabalharem com fomento tecnológico e apoio a projetos sociais, essa atuação ainda é pequena diante das questões que querem resolver. Nesse sentido, reúne organiza, articula e integra um conjunto de instituições – sociedade civil, governo, iniciativa privada, instituições de ensino, extensão e pesquisa – e suas ações, com o propósito de contribuir para a promoção do desenvolvimento sustentável, mediante a difusão e a reaplicação, em escala, de tecnologias sociais.

O 1º Fórum Nacional da RTS ocorreu durante a 5ª Expo Brasil Desenvolvimento Local, visando a potencializar a troca de informações e experiências entre lideranças regionais e instituições que trabalham com tecnologias sociais numa perspectiva de promoção do desenvolvimento.

Aldalice Otterloo, da direção executiva da Abong, coordenadora geral do Instituto Universidade Popular (Unipop) e representante da Associação, junto com o diretor do Regional Abong Sudeste, Ricardo Mello, na RTS, participou ativamente do processo: esteve na coordenação da mesa de abertura; como debatedora na mesa sobre Tecnologia Social e Desenvolvimento Sustentável, junto com Sônia Kruppa, da USP; e como coordenadora da plenária final, junto com Marilene Melo, da ASA.

Conforme Aldalice, este 1º Fórum da RTS teve como objetivo geral, além de possibilitar um encontro presencial de todas as associadas, garantir uma reflexão coletiva sobre as formas de articulação, ação e disseminação da Tecnologia Social, discutindo principalmente sobre: como fortalecer a identidade da RTS; indicar propostas de estratégias para a Rede; debater formas de ampliar a difusão e a reaplicação de tecnologias sociais; construir mecanismos de interação da RTS; e compartilhar conhecimentos e experiências acerca de TSs. “Além das sugestões sobre estratégias e dinâmica, as contribuições das associadas presentes também possibilitaram uma leitura mais apurada das expectativas, olhares e percepções sobre a Rede, que subsidiarão o Plano de Ação para o biênio 2007-2008.”


Resgate

O resgate histórico da caminhada da RTS no seu processo de constituição; sua interlocução com diferentes atores; os instrumentos de comunicação produzidos; o aumento do número de associadas de 38 para 440 em menos de dois anos; o volume de recursos investidos nos projetos (mais de 50 milhões); e os resultados já evidentes, causaram um impacto positivo muito grande nos/as participantes do Fórum, segundo Aldalice. “O Fórum conseguiu evidenciar o diferencial, dentre tantas Redes existentes, da RTS: um espaço de articulação e diálogo sobre tecnologia social, entre quatro atores que historicamente tem muito pouco acúmulo de trabalho conjunto: governo, empresas, universidades, ONGs e movimentos sociais”, avalia. “Esses quatro sujeitos coletivos vêm discutindo, aprofundando o conceito, reaplicando de forma democrática e participativa tecnologias sociais, na perspectiva da inclusão social e do desenvolvimento sustentável, fortalecendo experiências para que sejam transformadas em políticas públicas.”

E apesar de muitas vezes ocorrerem tensionamentos, ressalta a diretora da Abong, a Rede tem-se mostrado um caminho viável para colocar a Tecnologia Social – definida como produtos, técnicas, metodologias reaplicáveis, desenvolvidas com a comunidade – como possibilidade de efetivas soluções de transformação social. “Isso porque considera as condições socioeconômicas e culturais locais e estimula desde o planejamento à execução e avaliação dos processos, a participação da comunidade como sujeito, respeitando seus saberes e possibilitando o intercâmbio com outros saberes mais sistematizados. Saiba mais: www.rts.org.br

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