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informes - ABONG

37314/11/2006 a 27/11/2006

ABONG comemora seus 15 anos

Em 2006, a Abong comemora seus 15 anos. Nesse período, articulou e representou publicamente ONGs comprometidas de forma ampla com a luta pela radicalização da democracia, pela universalização dos direitos, pelo combate à pobreza e a todas as formas de discriminação e exclusão.

 

Com isso, o Programa de Desenvolvimento Institucional (PDI) e a área de Comunicação da Associação desenvolveram o Projeto Memória - Abong 15 anos, uma proposta para que este aniversário da Abong seja uma oportunidade de resgate e visibilidade da sua atuação e das ONGs associadas. O processo inclui levantamento e sistematização de documentação, realização de entrevistas e publicação sobre a história da Abong. A Associação também ganhou um logotipo comemorativo, em destaque nesta edição, que ilustrará pelo período de  um ano todas as suas formas de comunicação.

 

Para falar um pouco sobre a importância do trabalho da Abong nesses seus 15 anos, o Informes conversou com três das várias representações que participaram e participam ativamente da vida institucional.

 

Mônica Oliveira, coordenadora do Cenap (PE) e diretora do Regional Nordeste 1 nas duas últimas gestões da Abong (2001-2003 e 2003-2006), destaca que a Abong congrega um conjunto de organizações que tiveram historicamente um papel fundamental na resistência ao regime ditatorial e no processo de abertura democrática no Brasil. "As organizações que conformam a Abong são comprometidas com essas mudanças e com a democracia - e Democratizar a democracia, radicalizar a democracia é um slogan que nos esforçamos para viver na prática da Abong. E essas ONGs também colaboram fortemente para a mudança do modo de fazer política, na cultura política, não restringindo a política a políticos(as)."

 

Jorge Eduardo Durão, diretor executivo da Fase (RJ) e diretor geral da Abong na última gestão, acompanhou não só o processo de criação da Abong como foi seu primeiro presidente. De acordo com ele, o fio condutor da Abong nesses 15 anos está no fato de que, desde a sua fundação até hoje, atuou no contexto de uma hegemonia neoliberal no Brasil.

 

"Inicialmente, a Associação prestou o relevante serviço de ocupar o espaço da representação política das ONGs numa perspectiva contrária a este projeto neoliberal hegemônico", relembrou. "A seguir, a Abong deu uma contribuição muito importante para ampliar o reconhecimento social, a legitimidade que hoje temos perante a sociedade brasileira.  Tanto é que, no dia 9 de novembro fui surpreendido no debate que tive na rádio CBN com o senador Heráclito Fortes, que está propondo uma CPI das ONGs e Oscips, pois ele deixou explícito o reconhecimento de que a Abong representa um campo de ONGs que trabalham com seriedade em defesa de causas do interesse da sociedade."

 

Coordenador geral da ONG Ação Educativa, Sérgio Haddad, diretor de relações internacionais da Associação na gestão 2003-2006, também acompanhou e participou da vida da Abong em praticamente todas as suas gestões, em diferentes instâncias. Para ele, ao longo desses 15 anos, a Abong procurou se manter como um espaço próprio de ONGs que trabalham pela democratização da sociedade brasileira e pela construção de um país com justiça social por meio da defesa e da implementação dos Direitos Humanos Econômicos, Sociais e Culturais (DhESCAs).

 

"Vem apostando também em um processo de desenvolvimento em que o econômico esteja condicionado ao desenvolvimento humano e na garantia de que os bens naturais e a biodiversidade serão preservados para as futuras gerações", salientou. "Estamos muito felizes de poder fazer da Abong uma entidade reconhecida nacionalmente, que atua com seriedade e compromisso ético na cena pública, e pelo exemplo das suas associadas."

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