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informes - ABONG

34923/05/2006 a 29/05/2006

RMA celebra Semana da Mata Atlância em Ilhéus

Nos dias 26, 27 e 28 de maio, um evento em Ilhéus (BA) marcará a Semana da Mata Atlântica. A realização desta iniciativa é da Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA), em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ibama, Projeto Corredores Ecológicos, Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, governo da Bahia e Prefeitura Municipal de Ilhéus, com o apoio do Instituto de Estudos Socioambientais do Sul da Bahia (IESB). Em 27 de maio, comemora-se também o Dia Nacional da Mata Atlântica.

Conforme Miriam Prochnow, coordenadora geral da RMA, a Semana da Mata Atlântica sempre é realizada em cidades diferentes, para poder apoiar algum tema local ou nacional importante. "Em 2005, a Semana ocorreu em Campos do Jordão, para chamar a atenção para a fragilidade das Florestas com Araucárias e a importância de se criar Unidades de Conservação (UCs), neste que é considerado o mais ameaçado ecossistema do Bioma", ressalta. "Neste ano, Ilhéus foi escolhida para chamar a atenção e obter apoio à criação de Unidades de Conservação no sul da Bahia. Mas outros eventos também acontecerão pelo Bioma afora."

O MMA está coordenando um estudo para criação de UCs, e os primeiros resultados, diz Miriam, serão apresentados no encontro em Ilhéus. E as primeiras consultas públicas já estão marcadas para a segunda semana de junho. "O sul da Bahia é uma das regiões da Mata Atlântica onde se localiza uma das maiores riquezas em biodiversidade do Bioma, mas que infelizmente ainda continua sob pressão madeireira."


Além do enfoque das Unidades de Conservação, a RMA tentará chamar a atenção para um problema grave no país, mas que se concentra no Nordeste: a criação de camarão em cativeiro - a carcinicultura -, que tem causado de forma significativa o desaparecimento de grandes áreas de manguezais e restingas no litoral. "Vamos inaugurar uma campanha na Internet, para conscientizar as pessoas sobre este problema e para que verifiquem a procedência do camarão que elas comem, ou seja: 'Não coma camarão ilegal e que destrói o manguezal'", informa Miriam.

Uma ação pontual exemplifica esse assunto: é o caso do projeto de Caravelas, por meio do qual, segundo Miriam, pretende-se instalar um grande empreendimento de carcinicultura na região. Mesmo com todas as argumentações, o projeto já foi aprovado pelo Estado da Bahia. "Felizmente com a determinação da área de entorno do Parque Nacional de Abrolhos, isto pode ser revisto pelo Ibama". www.rma.org.br

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