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3479/05/2006 a 15/05/2006

ABTH é parceira em mais um projeto de acolhimento familiar

Em parceria com a Associação Brasileira Terra dos Homens (ABTH/RJ), ONG que trabalha com crianças e adolescentes em situação de risco, e com o apoio da rede local - formada por Conselhos Tutelares, Juizados da Infância e da Adolescência e Conselho Municipal da Criança e do Adolescente -, a Prefeitura de Niterói deu início a uma experiência inédita no município: o projeto piloto de Acolhimento Familiar. Inicialmente, serão atendidos nove casos de crianças e adolescentes que, por razões diversas, deverão ser afastados(as) provisoriamente de suas famílias de origem e abrigados(as) em uma família acolhedora.

Niterói une-se, assim, a poucos municípios que desenvolvem programas do gênero no país. Entre eles, destacam-se as experiências de Campinas(SP), Diadema (SP), Porto Alegre (RS), São Bento do Sul (SC) e Rio de Janeiro (RJ). Neste último, a ABTH atuou como parceira até 2005. Mas para que a experiência seja ampliada em Niterói e atenda a um maior número de crianças e adolescentes abrigados(as), é preciso que mais famílias se inscrevam no programa. Por isso, a ABTH, com a Secretaria Municipal de Ação Social, realizam desde a primeira quinzena de abril uma campanha de divulgação, para informar e sensibilizar famílias em relação ao projeto, mostrando a importância do acolhimento.

Conforme Claudia Cabral, diretora executiva da ABTH, a família é primeiramente selecionada e depois capacitada para receber a criança. Para apoiar o processo, ela recebe acompanhamento psicológico e social, além de uma ajuda financeira de R$ 100.


Política pública

Claudia ressalta que o Projeto Família Acolhedora do Rio de Janeiro se tornou uma política pública devido aos bons resultados alcançados, além de se mostrar uma alternativa aos abrigos. "Por isso, tanto a sociedade civil quanto as esferas de representação popular, como o CMDCA-Rio, reivindicaram junto ao Fundo Rio, financiador de novas políticas públicas de proteção a criança e ao adolescente do município do Rio, que essa modalidade de atendimento se tornasse um política pública", conta. A ABTH, então integrante do grupo gestor do projeto, esteve à frente desta reivindicação.

Com isso, a implementação do projeto Família Acolhedora como uma política pública, na opinião de Cláudia, se faz importante pelos resultados positivos que proporciona no atendimento de crianças e adolescentes em situação de risco, já que a família acolhedora consegue respeitar a individualidade dessas crianças, enquanto nos abrigos elas são tratadas coletivamente. "Este é apenas um dos pontos a ser destacado. Essa modalidade também garante o direito das crianças e adolescentes ao convívio familiar e comunitário, o que não ocorre nos abrigos".


www.terradoshomens.org.br

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