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informes - ABONG

33329/11/2005 a 5/12/2005

AIDS e racismo na pauta do dia 1°

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, 1º de dezembro, o tema Aids e o Racismo - O Brasil tem que viver sem preconceito, escolhido pelo Ministério da Saúde, teve destaque em vários debates ocorridos no país, juntamente com lutas históricas das ONGs e movimentos em prol das condições de vida das pessoas portadoras sintomáticas e assintomáticas e da prevenção de HIV/Aids.

A proposta temática teve como base os seguintes dados: de acordo com o IBGE, 47,3% da população brasileira é negra. Esta população perfaz aproximadamente 65% da população de baixa renda, que tem acesso precário a informações sobre prevenção e aos serviços de saúde e entre a qual os casos de Aids vêm aumentando. Apesar da tendência à estabilização da epidemia no país, entre 2000 e 2004, conforme o IBGE, o percentual de pessoas pardas e negras infectadas pelo vírus HIV cresceu de 33,4% para 37,2% entre os homens e de 35,6% para 37,2% entre as mulheres. Nesse período, diminuiu o número de casos na população branca.

"Da mesma forma que a história do Brasil se fechou para a população negra, a história se repete ao não se olhar para a relação Aids com raça e etnia", critica Harley Henriques Nascimento, presidente do Gapa-BA. "O governo sabia que era uma epidemia, contudo, há cinco anos já se verificava a pauperização desta epidemia. Mas somente em 2005 os dados sobre Aids tiveram o recorte raça/etnia."


www.gapabahia.org.br

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