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informes - ABONG

32825/10/2005 a 31/10/2005

Abraço lança campanha Nossa Rádio é Comunitária

Para mobilizar e informar as comunidades em favor das 15 rádios comunitárias filiadas à Associação de Rádio e TV Comunitárias do Território Sisaleiro (Abraço-Sisal/BA) - sediadas em 15 municípios e atingindo cerca de 40 mil pessoas -, bem como sensibilizar os movimentos sociais da região para apoiar essas emissoras, a Abraço lançou a Campanha Nossa rádio é comunitária. Para tal, conta com o apoio do Movimento de Organização Comunitária (MOC), da Agência Mandacaru de Comunicação e Cultura, do Unicef e dos Movimentos Sociais dos Territórios do Sisal e Bacia do Jacuípe. 

A campanha se desenvolve nas próprias rádios comunitárias, utilizando jingles, spots e depoimentos de militantes e apoiadores(as) da causa, mas busca também mobilizar outros meios de comunicação na região e no Estado da Bahia, com a produção de pautas. Cartazes, folders, adesivos e a veiculação de informações em sites e em boletins impressos e eletrônicos procuram potencializar a visibilidade da campanha. Além disso, vários eventos estão ocorrendo em toda a Região Sisaleira.

"A Campanha nasce pelo fato de haver uma grande perseguição do governo por parte da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) e da Policia Federal, que ignora todo um contexto social, político econômico e social em que as rádios comunitárias surgiram", ressalta o coordenador de formação e comunicação da Abraço, Edisvânio Nascimento. 

Entre as reivindicações da Campanha estão: Anistia para as rádios comunitárias filiadas à Abraço-Sisal e às pessoas processadas, e devolução dos equipamentos apreendidos; Que o Ministério das Comunicações aplique como critério para outorga e alcance das Radcoms se estas emissoras estão exercendo seu papel na construção de uma identidade territorial e na articulação dos diferentes atores políticos e sociais, a exemplo do Ministério de Desenvolvimento Agrário. 

Com isso, conforme Nascimento, a Abraço quer mostrar para o governo e a sociedade que quando se faz rádio comunitária com seriedade, é possível ver a democracia da comunicação. "Infelizmente, na Bahia, a comunicação está nas mãos de políticos e empresários, que se apoderam do canal de comunicação comercial para fazerem manobras políticas e vetar o direito de debater temas de interesse da comunidade."


Nas comunidades onde as rádios estão inseridas, estão sendo realizados seminários municipais. Nascimento também frisa que para poder provar o amplo apoio popular que as rádios comunitárias têm, a Abraço está coletando abaixo-assinados e manifestações de apoio de entidades. 

A campanha culminará na realização do Seminário Regional Nossa Rádio é Comunitária, que ocorrerá em 9 de novembro, em Valente (BA), em parceria com a sociedade civil organizada dos territórios do Sisal e Bacia do Jacuípe. http://www.moc.org.br/radcom.htm abracosisal@sertao.net

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