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32825/10/2005 a 31/10/2005

Pensando caminhos para o Brasil

Em 24 de outubro, realizou-se mais uma série do ciclo de Debates sobre conjuntura, que vem sendo promovido por três associadas da Abong no Rio de Janeiro: Centro de Ação Comunitária (Cedac), Iser Assessoria e Nova Pesquisa. Leila Linhares Barsted, diretora da ONG Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação (Cepia) e coordenadora do Comitê de Peritas da OEA para o Monitoramento da Convenção de Belém do Pará, e Jorge Eduardo S. Durão, diretor geral da Abong e diretor executivo da Fase, debateram o tema Pensando Caminhos para o Brasil.

Durão abriu o debate, ressalvando que iria expressar opiniões pessoais, logo, não institucionais. Ao fazer referência à recente polêmica entre o cientista político Juarez Guimarães e o economista Ricardo Carneiro, apoiou a tese deste último da capitulação do governo Lula diante dos interesses dos detentores da riqueza financeira e dos investidores de curto prazo. Porém, reconheceu a importância da pergunta formulada por Juarez Guimarães acerca da legitimidade democrática para se adotar um novo paradigma econômico para o país, alternativo ao neoliberal em crise. Durão encaminhou, assim, a sua participação no debate para uma reflexão acerca das condições subjetivas para a efetivação de um projeto de transformação social no Brasil, voltado para a redução das desigualdades sociais. 

Ao abordar essa mesma questão, Leila Linhares fez um retrospecto da sociedade brasileira desde 1988, mostrando a rapidez com que se desfizeram as esperanças suscitadas pela Constituição daquele ano. Mostrou o contraste entre a permanência dos aberrantes índices de desigualdade e a ausência de revoltas na sociedade brasileira que respondessem a essa desigualdade. Ela destacou a indiferença da classe média, que não se mobiliza para discutir as grandes questões - como a má qualidade das escolas - que afetam os setores alijados. Expressando o seu ceticismo com relação à sociedade civil, Leila concluiu lançando um desafio: precisamos responder à pergunta de Renato Russo: "Que país é este?"

 

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