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informes - ABONG

32213/09/2005 a 19/09/2005

Auditoria em ONGs: uma ferramenta de informação

Hoje, as ONGs refletem muitos índices que afetam de forma direta a sociedade, que vem sofrendo transformações profundas nas mais diversas áreas, as quais exigem informações confiáveis e principalmente transparência por parte destas organizações para que as mesmas possam atuar de forma mais efetiva e eficiente. Devido a isto, as entidades têm incluído a auditoria, a qual incorpora distintos aspectos sociais, como recursos humanos, meio ambiente e caráter ético. São muitos os benefícios dados pela auditoria, e a idéia é fazer com que estas organizações se unam a ela, para que a auditoria consiga sua efetivação e êxito.

 

Quem as financia? A sua viabilidade está diretamente ligada à capacidade de angariar fundos. E, claro, sua autonomia depende da origem dos seus recursos, e esta autonomia somente terá o respaldo de toda a sociedade se essas organizações estiverem diretamente vinculadas aos processos de auditoria, tanto operacional como financeira. A auditoria aparece como uma necessidade da organização de contar com informação pertinente para tomar decisões inteligentes com relação à gestão social, medindo o impacto da entidade na sociedade.

 

O propósito da auditoria nesses tipos de organizações consiste em tornar públicas questões concretas deste setor privado, que produz um impacto social a longo prazo. Põe à disposição, de todas as partes integrantes da sociedade, informações relevantes acerca dos objetivos políticos, programas, atuação e contribuição dos objetivos sociais.

 

Por outro lado, algumas das questões gerenciais das ONGs dizem respeito a: para quem os serviços devem ser providos e a que custo? Como a ONG deve manejar relações com outros provedores de serviço como o Estado – cujo papel, por excelência, é de assegurar a universalização dos direitos a todas as pessoas? E quão participativas e transparentes devem ser as relações com as pessoas usuárias desses serviços? Estes papéis não são mutuamente exclusivos, mas encontram-se, com freqüência, combinados dentro de uma ONG, e torna-se crucial para os(as) gestores(as) contrabalançar estas tarefas diversas, visando à provisão de serviços no longo prazo.

 

Pode utilizar-se então da auditoria, com o fim de melhorar a imagem da ONG e, inclusive, a tabulação dos gastos destinados a melhorar o bem-estar da comunidade ou a qualidade de seus projetos. É necessário avaliar os aspectos externos, tanto positivos como negativos, o que, muitas vezes, se denomina análise de custos-benefício. (Por Jorge Assef Lutif Jr.).

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