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informes - ABONG

31816/08/2005 a 22/08/2005

11° Grito dos Exluídos quer mudanças estruturais

Brasil, em nossas mãos a mudança é o tema do 11o Grito dos Excluídos, que ocorrerá em mais de 2 mil localidades e, como em anos anteriores, no dia 7 de setembro. 

Milhares de pessoas se manifestarão contra a exclusão, das mais variadas formas: caminhadas, celebrações, teatros, debates, participação de blocos de excluídos(as) nos desfiles oficiais, enfim, fazendo uso das mais variadas formas de criatividade. O Grito 2005 está sendo organizado pelas Pastorais Sociais da CNBB (Pastoral dos Migrantes, Pastoral da Terra e Pastoral Operária), MST, CMP, MPA, MAB, CUT e vários movimentos sociais.

Como explica Luiz Bassegio, secretário executivo do Grito dos Excluídos Continental e do Serviço Pastoral dos Migrantes/ Brasil, a proposta do Grito deste ano defende a soberania brasileira e a luta pela justiça, apostando principalmente na organização popular e nas mobilizações dos movimentos sociais. "Ou a sociedade se organiza e pressiona por verdadeiras mudanças ou nada acontecerá", salienta. "O Grito reafirma a capacidade, a força e a responsabilidade dos trabalhadores e trabalhadoras, dos excluídos e excluídas como construtores e construtoras de uma nação soberana." 

Bassegio lembra que o Brasil tem uma População Economicamente Ativa de aproximadamente 80 milhões de trabalhadores(as). Mas 73% da PEA tem renda inferior a três salários mínimos e 50% desta população vive em condições precárias. Com 20 anos de política neoliberal no país, de 1980 a 2000, a população trabalhadora desamparada aumentou de 43% para 54%. E apesar dos muitos gritos, a realidade continua dura para a grande maioria do povo brasileiro. "O Grito levanta a sua voz contra a cultura da corrupção, da impunidade e dos privilégios que sempre beneficiaram uma minoria, as elites. Luta pela conquista dos direitos civis, econômicos, sociais, políticos e culturais".

Hoje, o grande grito dos movimentos sociais é por mudanças de modelo econômico, fim do superávit primário e acabar com a política de juros altos para controlar a inflação, avalia o secretário executivo do Grito. Mas como para isto são necessárias amplas e profundas mudanças estruturais, o Grito se propõe, em 2005, entre outros: a desmascarar as contradições da globalização neoliberal, concentradora e excludente, sustentada por uma política econômica que lhe dá legitimidade e suporte; a mostrar claramente os efeitos devastadores desta opção nacional, subordinada aos interesses do capital financeiro e das grandes corporações transnacionais; apontar alternativas viáveis em que seja preservada a democracia soberana do povo brasileiro.


Grito Continental

Em 12 de outubro, acontecerá, em mais de 20 países, o Grito Continental, que pela sétima vez se manifestará nos países contra o modelo neoliberal, dívida externa, livre comércio, Alca e exclusão, propondo outra integração, solidária e justa. O Grito Continental defende a soberania dos povos, o direito à livre circulação, ao trabalho, educação, moradia e saúde.
www.gritodosexcluidos.com.br/pgs/gritobrasil.htm

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