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informes - ABONG

31519/07/2005 a 1°/08/2005

Direito à comunicação: um assunto de todos e todas

A comunicação é, hoje, um nó a ser desatado por muitas organizações. Pela complexidade que adquiriu numa sociedade em que a mídia se tornou filtro do acesso das informações para o espaço público, a comunicação ganhou status de centralidade e é uma arena de muitas incógnitas. Além disso, é um processo cuja apropriação é essencial para as ONGs conseguirem pautar suas ações e questões na sociedade.

 

"Há uma idéia de que as organizações não conseguem levar suas idéias para a opinião pública por falta de esforço ou competência. Isto é um equívoco, pois existem motivos mais complexos por trás destas barreiras - como a concentração de meios", afirma João Brant, membro do Intervozes - Coletivo Brasil e Comunicação Social e coordenador da pesquisa do Projeto de Governança Global (GGP) sobre o Direito à Comunicação no Brasil.

O GGP (Global Governance Project) foi criado pela Campanha Cris (Communication Rights in the Information Society/Direitos da Comunicação na Sociedade da Informação) como uma forma de consolidar bases teóricas e criar ferramentas práticas para trabalhar o direito à comunicação no mundo todo - em que questões como concentração, massificação e monopólios são fatos conhecidos. O relatório do capítulo brasileiro da pesquisa - implantada pelo Intervozes - foi lançado em 17 de junho. "O quadro não permite que comemoremos qualquer aparente avanço. É preciso ter cuidado, porque, na realidade, a tendência é de mais concentração e as perspectivas não são boas", afirma Brant.

Quando se fala em concentração, é fácil vislumbrar a transversalidade da comunicação e a sua centralidade na luta pela construção de um país mais democrático e com justiça social, bem como seu vínculo com a luta pela garantia e efetivação de outros direitos. Mas não há balizas sobre comunicação que possam nortear a luta por este direito. "Ao propor o direito à comunicação como alicerce, apontamos a necessidade de reorganizar a comunicação em outras bases, tendo como referência não o sistema comercial, como é o brasileiro hoje, mas sim um sistema público", salienta Brant.
http://www.intervozes.org.br

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