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informes - ABONG

31412/07/2005 a 18/07/2005

Tuberculose e mobilização social

O Regional São Paulo da Abong está se mobilizando em torno do problema da tuberculose, integrando um grupo com o propósito de articular a criação de um Fórum Tuberculose em São Paulo.


Conforme a coordenadora do Regional e coordenadora geral da ONG Ação da Cidadania, Nadja Alves Faraone - que integra o grupo -, uma pesquisa do Programa de Tuberculose Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE)/Secretaria de Estado da Saúde (SP) estima que um terço da população mundial, aproximadamente 2 bilhões de pessoas, esteja infectada pelo Mycobacterium tuberculosis, com 8 a 12 milhões de novos casos e 3 milhões de óbitos a cada ano, estando entre as cinco principais causas de morte de origem infecciosa entre adultos e superando doenças que ainda não têm cura, como a Aids. No Brasil, ocorrem cerca de cem mil casos novos de tuberculose anualmente, o que significa 1 milhão de casos em uma década. São cerca de 90 mil casos e 6 mil mortes por tuberculose a cada ano. 

O Estado de São Paulo, com 39 milhões de habitantes, descobre cerca de 21 mil casos de tuberculose por ano, o maior número absoluto de casos do país, com um coeficiente de incidência de 48 casos por 100 mil habitantes. O maior número de casos está na Capital de São Paulo e os maiores coeficientes de incidência estão no litoral, especialmente na Baixada Santista, atingindo valores próximos de cem casos por 100 mil habitantes. O maior coeficiente de incidência é no Rio de Janeiro, com cerca de 99 casos por 100 mil habitantes, sendo quase duas vezes a média nacional. 

Em 1993, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a tuberculose como uma prioridade mundial, e os 22 países que detêm 80% dos casos estimados no mundo, entre eles, o Brasil, comprometeram-se, em 2000, a promover ações firmes para o seu controle. Com o propósito de atingir as metas globais de controle da endemia, o Ministério da Saúde incluiu a tuberculose entre suas prioridades.

"A mobilização social é uma das estratégias mundiais para o controle da tuberculose, aliada ao tratamento supervisionado, aquele no qual os medicamentos são ministrados na presença de profissional de saúde", avalia Nadja. "A tuberculose tem cura, mas ainda estamos distantes do seu controle, meta que só pode ser atingida com o compromisso de todas, espelhado em ações concretas que o governo e organizações da sociedade civil devem assumir."


nadjafar@ig.com.br

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