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informes - ABONG

31328/06/2005 a 4/07/2005

Em debate: ONGs e(m) movimento sociais

Tensões e diálogos. Conflitos e pautas comuns. Competição e parceria. Estes são elementos que, apesar de aparentemente contraditórios, se complementam ao compor uma análise da história e perspectivas da relação entre ONGs e movimentos sociais. Retomar esta história e contribuir para a construção destas perspectivas foram as intenções e os resultados do seminário ONGs e(m) Movimentos Sociais, promovido pelo Regional São Paulo da Abong, em 28 de junho.

A mesa da manhã apresentou e debateu a história e as perspectivas da intervenção das ONGs e movimentos sociais nos espaços públicos, trazendo a contribuição de Raquel Raichelis, da PUC/SP, de Salete Camba, do Instituto Paulo Freire, e de Benedito Barbosa e Donizete de Oliveira, da Central de Movimentos Populares. A diversidade de experiências de articulação entre ONGs e movimentos sociais foram debatidas com base na apresentação das ações do Pró-Fórum Estadual de Movimentos e Organizações Juvenis de São Paulo, do Movimento Hip Hop - Organização Zulu Nation Brazil, da Marcha Mundial de Mulheres e da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo.

Ao final do evento, Rosângela Paz, autora do Caderno Abong ONGs: um debate sobre a identidade política das associadas à Abong, distribuído no encontro, fez um resumo das principais constatações e desafios, entre eles: o reconhecimento de que não existem modelos únicos: a diversidade está presente nas ONGs e nos movimentos; a necessidade de se olhar para o que os(as) diferencia e para os conflitos internos, entre eles, o do financiamento e da sustentabilidade dos movimentos; o risco das ONGs contribuírem para a desresponsabilização do Estado pelas políticas públicas universais, quando trabalham como executoras; e a pulverização e a fragmentação das ações políticas das ONGs e movimentos pelas diversas redes, fóruns e espaços da sociedade civil. "Conversamos pouco entre nós, com isso, ainda reproduzimos a fragmentação que o Estado e o sistema capitalista nos impuseram. Nós temos que voltar a investir na construção de um projeto comum, com agendas, pautas e estratégias políticas coletivas, que vão além dos nossos movimentos e das nossas organizações", avaliou Rosângela.
abongsp@uol.com.br

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