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30931/05/2005 a 6/06/2005

A comunicação como estratégia de fortalecimento dos movimentos sociais

Grande parte das teorias e pesquisas sobre comunicação, principalmente na academia, sustentou-se –principalmente até os anos de 1970 – no aprofundamento da comunicação como ferramenta/meio voltada para a conscientização e/ou manipulação e, principalmente, a massificação. Estudava-se o poder da propaganda, do marketing político, dos modelos de comunicação, das técnicas para o planejamento de uma assessoria de comunicação, etc. Porém, ainda era incipiente a produção acadêmica acerca da recepção dos conteúdos midiáticos pela população e do agir comunicativo dos sujeitos coletivos.

 

Os movimentos sociais, em diferentes processos de educação para a cidadania e na busca a se contrapor, naquela época, à ditadura militar, já compreendiam a comunicação como uma estratégia para o fortalecimento da sua luta.  Muito do que se comunicava publicamente eram posicionamentos políticos, contra-informações ou comunicação de resistência à grande imprensa.


Algumas organizações da sociedade civil, mesmo investindo na comunicação comunitária, independente, começaram a buscar ocupar a mídia, compreendida como uma arena de disputa política, onde idéias e opiniões representam os projetos de democracia. Essa ação adquire novos sentidos com o reconhecimento da comunicação como um direito humano e a instituição de movimentos voltados para controle social da “política de comunicação” brasileira. E a ação dos movimentos sociais no Brasil e demais países da América Latina influencia a pesquisa e novos paradigmas.

 

É nesse contexto de “reformulações e construção de conceitos” – que vai do marketing social, passando pelo endomarketing à comunicação contra-hegemônica – que a lógica do mercado se impõe. As novas tecnologias de comunicação redimensionam o fazer político, a indústria da cultura e do entretenimento movimenta bilhões e as mais diversas idéias circulam em rede, intervindo em culturas. Isso  coloca as ONGs  diante da necessidade de aprofundar a reflexão crítica sobre comunicação.

 

Com estas questões em pauta, a Oficina Comunicação e Projeto Político, promovida pela Abong NE 1 e o DED, em 13 e 14 de junho, traz a proposta de aprofundar as condições impostas pela “sociedade da informação” e repensar nas estratégias de comunicação na perspectiva do fortalecimento dos movimentos sociais e das ONGs.   (Por Rosário de Pompéia).

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