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informes - ABONG

30022/03/2005 a 28/03/2005

Mulheres nas ondas do rádio da internet

Neste Mês Internacional da Mulher, o Cemina - Comunicação, Informação e Educação em Gênero continua a toda, acompanhando as ações das mulheres "pelo Brasil adentro e afora". A Rádio Fala Mulher continua na Internet, com produções semanais de áudio, e uma audioteca, com o acervo das produções da ONG durante cerca de 15 anos pode ser "baixada" por qualquer pessoa. 

E tem mais: "Colocamos na nossa radio na internet, www.radiofalamulher.com, matérias sobre diferentes temas com enfoque na mulher, como legalização do aborto, prevenção contra a violência à mulher, prevenção às DST/AIDS, dificuldades no acesso ao mercado de trabalho, gravidez na adolescência, maternidade e paternidade responsável, etc., produzidas não só pela equipe do Cemina como também matérias de algumas comunicadoras de rádio, integrantes da Rede de Mulheres no Rádio e da Rede Cyberela de Inclusão Digital, nossas correspondentes em várias regiões do país, dando um panorama da movimentação das mulheres pelo Brasil afora neste mês de março", informa a coordenadora de comunicação do Cemina, Madalena Guilhon. 

Para além do Mês e do Dia Internacional da Mulher, o trabalho do Cemina - cujo público prioritário são as comunicadoras de rádio e de Internet em âmbito nacional - é sempre realizado por meio de parcerias com outras entidades e movimentos sociais, especialmente com as Redes, como, por exemplo, a Rede Feminista de Saúde, DIreitos Sexuais e Reprodutivos; o Movimento das Parteiras Tradicionais; o Movimento das Trabalhadoras Rurais. 

Já o contato com as mulheres, como conta Madalena, é feito por meio dos projetos que o Cemina executa e da sua responsabilidade pela Secretaria da Rede de Mulheres no Rádio, da Rede Cyberela de Inclusão Digital e dos Telecentros, que estão sendo montados por algumas dessas comunicadoras. "Além da preocupação com as questões trabalhistas, de legislação discriminatória, de dificuldade de acesso à saúde integral, de combate à violência específica, o nosso público prioritário tem uma grande preocupação com a linguagem discriminatória e com a imagem da mulher veiculada pela mídia, que vê a mulher como objeto", salienta a coordenadora de comunicação do Cemina. "Essas questões têm sido e vão continuar a ser discutidas por nós por meio de seminários, debates e encontros."

www.cemina.org.br

 

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