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29714/12/2004 a 20/12/2004

IBGE, IPEA e GIFE lançam estudo sobre as entidades sem fins lucrativos no Brasil

Foi lançada no dia 10 de dezembro, na sede do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro, a publicação As Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos no Brasil 2002. O estudo resulta de parceria firmada pelo IBGE e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com a Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong) e o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife). Conforme Wasmália Bivar, diretora de Pesquisas do IBGE, "o arranjo que foi feito entre as quatro instituições foi fundamental para a realização do trabalho".

Além de trazer vários dados sobre o universo das entidades sem fins lucrativos no Brasil em 2002, o estudo elabora uma proposta de identificação e classificação das organizações, em conformidade com critérios internacionais. A última pesquisa similar, realizada no Brasil sobre esse universo, foi feita pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser), com dados de 1995, dentro de um projeto comparativo internacional da Universidade americana Johns Hopkins.

O estudo demonstra que, em 2002, havia 276 mil fundações e associações sem fins lucrativos (Fasfils) no país, empregando 1,5 milhão de pessoas. Essas organizações têm em comum serem, ao mesmo tempo, voluntárias, autônomas, privadas, sem finalidade lucrativa, formadas por cidadãos(ãs) que se reúnem livremente em torno de objetivos comuns. Contudo, os dados da pesquisa apontam para uma imensa pluralidade e diferentes formas e perspectivas de atuação das entidades sem fins lucrativos: igrejas, hospitais, escolas, universidades, associações patronais e profissionais, entidades de cultura e recreação, meio ambiente, de desenvolvimento e defesa de direitos, etc.

As organizações voltadas para a promoção do desenvolvimento e defesa dos direitos, que englobam os centros comunitários, associações de moradores e de defesa de grupos específicos ou de minorias, tiveram um grande crescimento na última década, tendo quadruplicado seu número, entre 1996 e 2002, ao passar de pouco mais de 11 mil associações para 45 mil. Alexandre Ciconello, coordenador do escritório da Abong em Brasília e integrante da equipe técnica que elaborou a pesquisa afirma que "o crescimento verificado, entre os anos de 1996 e 2002, no número de organizações voltadas para o desenvolvimento e a defesa de direitos e para o meio ambiente foi muito maior do que o verificado no total das associações e fundações brasileiras, que já foi expressivamente alto. Isto reflete o crescimento do associativismo no Brasil e o avanço da atuação de organizações voltadas para a defesa de direitos e para o meio ambiente."

De modo geral, o conjunto das Fasfils é formado por milhares de organizações muito pequenas e por uma minoria que concentra a maior parte dos(as) empregados(as) das organizações: cerca de 77% delas não têm sequer um(a) empregado(a) e, de outro lado, cerca 2.500 entidades (1% do total) absorvem quase um milhão de trabalhadores(as). "Esse pequeno universo é formado por grandes hospitais e universidades, na sua maioria filantrópicas, que possuem mais uma lógica empresarial do que associativa ", informa Ciconello.

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