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informes - ABONG

2895/10/2004 a 11/10/2004

MMM promove Dia de Combate Internacional à Pobreza

No dia 17 de outubro, a Marcha Mundial das Mulheres (MMM), em seu quinto ano de lutas e promoção de ações contra a pobreza e a violência machista, promoverá mais um Dia Internacional de Combate à Pobreza. Com cerca de 6 mil grupos de mulheres agregados em 163 países e territórios ao redor do planeta, a MMM é uma articulação internacional para a ação feminista, que se criou como uma ferramenta para fortalecer e manter um vasto movimento de solidariedade dos grupos de mulheres de base, como um gesto de afirmação das mulheres do mundo.


No Brasil, a Marcha está organizada e atuando em diversos Estados do país, assim como em várias frentes de luta. "Entre elas, contra a pobreza e a violência, na campanha contra a Alca, em ações contra a mercantilização de nossas vidas e corpos, na luta geral contra a globalização neoliberal, em nossa campanha pela valorização do salário mínimo", informa Miriam Nobre, membro da coordenação nacional e internacional da MMM e coordenadora de Programas da Sempreviva Organização Feminista (SOF) - ONG responsável pela secretaria nacional da Marcha.


Neste ano, conforme Miriam, as integrantes da MMM já estão preparando suas ações internacionais de 2005, principalmente o lançamento da Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade. A Carta vem sendo construída por meio de discussões sobre o texto base nos diversos grupos que integram a Marcha em todo o mundo. "Nela, construímos uma visão política comum, uma identidade que já se expressa nas nossas ações e na nossa vontade de transformar o mundo", conta. "No Brasil, já estamos enviando às coordenações estaduais a segunda versão para mais uma rodada de debates, e os novos comentários devem ser enviados até 10 de novembro."


Com isto, no próximo 17 de outubro, estão programadas ações que discutirão desde a construção da Carta até a campanha pela valorização do salário mínimo e a mercantilização do corpo das mulheres. As ativistas da Marcha no Rio Grande do Sul, por exemplo, farão ações no bairro da Restinga, em Porto Alegre e na feira da Redenção. As cariocas terão um evento no Largo da Carioca, onde pretendem reapresentar o debate sobre o aumento do salário mínimo. Em São Paulo, as jovens da Marcha organizam a Jornada das Mulheres Ativistas, com discussões sobre machismo, opressão e a mercantilização imposta pela mídia. Vários Estados do Nordeste também promoverão ações, com os temas citados.


A Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade será lançada em 8 de março de 2005, no Brasil. O documento, que reunirá as propostas e aspirações da MMM, sairá de São Paulo e terminará sua viagem em 17 de outubro de 2005 em Ouagadougou, Burkina Faso, um dos países mais pobres do mundo.O conteúdo da Carta será aprovado no 5o Encontro Internacional da MMM, que acontecerá de 5 a 12 de dezembro em Kigali, Ruanda. "A Marcha, é claro, não pára por aí, pois enquanto houver desigualdades e injustiças nós estaremos em luta", ressalta Miriam.


Leia a Carta das Mulheres: www.sof.org.br/marchamulheres
E-mail: marchamulheres@sof.org.br

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