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informes - ABONG

28431/08/2004 a 6/09/2004

OPINIÃO: Um novo modo de fazer o FSM - Participe!

"Um outro mundo é possível". Com esta consigna, um amplo movimento da sociedade civil do mundo todo se constituiu como força de crítica e mudança social para uma outra forma de viver no mundo e preservar os bens naturais. O Fórum Social Mundial, cuja primeira versão ocorreu em Porto Alegre em 2001, no próximo 26 de janeiro volta para o mesmo local, depois de ter sido realizado em Mumbai, na Índia, com a presença de mais de cem mil pessoas. 

Nos quatro anos da sua existência, o FSM passou por mudanças. No primeiro biênio, fixou-se como uma forte presença na crítica ao modelo de globalização e das suas políticas neoliberais. Ao se contrapor ao Fórum Econômico de Davos, fez ver ao mundo que enquanto os poderosos do capital se reuniam na Suíça para aprofundar um modelo de exclusão e destruição, os movimentos sociais e populares, os sindicatos, as igrejas, as ONGs... enfim, pessoas de todo o planeta se encontravam no Sul, em Porto Alegre, para denunciar que mais gente vem sendo excluída dos benefícios do desenvolvimento social e econômico, e mais e mais a natureza tem sido destruída, para que uma minoria aumente sua renda e seu poder de dominação sobre uma maioria cada vez mais desprovida de direitos. Junto com os movimentos de rua, que desde Seatle vêm protestando e demonstrando a insatisfação com os organismos internacionais que sustentam os poderosos do capital - o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e a Organização Mundial do Comércio -, o Fórum Social Mundial confrontou o pensamento único, aquele que dizia não haver saída a não ser forma de globalização aí apresentada. 

Nos anos seguintes, o FSM procurou propor alternativas, discutindo novas idéias e experiências de práticas sociais, que colocam o ser humano e seus direitos como prioridade nas políticas e pelas quais os bens naturais devem ser cuidados e reproduzidos, de forma a garantir para as futuras gerações o direito a um mundo sustentável e justo. 

Novas perspectivas estão sendo introduzidas para 2005. Em primeiro lugar, o FSM estará fortemente voltado a produzir e debater as estratégias para implementar novas propostas e mudar a conjuntura vigente. Em segundo lugar, procurará fazer isto de forma mais permanente, debatendo o programa com antecedência, integrando as diversas propostas em fóruns distribuídos por 11 espaços temáticos e realizando atividades pós-FSM, tornando o evento apenas um momento de amplo processo de reflexão, debate de idéias e mobilização. 

Finalmente, o FSM do próximo ano está sendo construído com o envolvimento de um número muito maior de pessoas e organizações, incorporando as experiências deste novo modo de viver em sociedade, protagonizado pelo Fórum já no próprio processo de sua construção, por meio da adoção de iniciativas de economia solidária para a confecção do material de apoio e infra-estrutura, do software livre, de processos voluntários de tradução, com materiais recicláveis e mecanismos sustentáveis de produzir um evento da sua dimensão.

A Abong, desde princípio, esteve à frente da concepção e da organização do FSM. Além das suas atividades próprias, convida a todas as associadas, entidades e movimentos em geral a participarem do evento mais importante do calendário mundial de mobilizações. Entre no site do FSM www.forumsocialmundial.org.br , informe-se sobre o processo, participe das suas atividades e ajude a construir um novo mundo.

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