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informes - ABONG

2652303/2004 a 29/03/2004

Regional ABONG Centro-Oeste elege seu colegiado

O Regional Abong Centro-Oeste (CO) elegeu sua nova diretoria para o triênio 2003-2006. A Assembléia ocorreu no período de 11 a 13 de março e foi precedida de uma oficina sobre o Marco Legal das ONGs, que contou com a presença de 40 pessoas.

A nova direção da Abong CO optou por constituir um colegiado, com representantes estaduais: Mônica Nogueira, coordenadora de Projetos do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) - sediado em Brasília -, foi eleita a diretora Regional; Jacqueline Silva Costa, do Centro de Direitos Dom Máximo Biennès (CDHDMB), representa o Mato Grosso; João Carlos Donatti, da ONG Ecologia e Ação (Ecoa), o Mato Grosso do Sul; a representante de Goiás é Célia Maria, do Instituto de Formação e Assessoria Sindical Rural Sebastião Rosa da Paz (Ifas). "A idéia é que essas representações trabalhem como animadores estaduais do Regional Abong. Estamos muito entusiasmados!", frisa Mônica.

Entre os vários aspectos debatidos na Assembléia, as filiadas falaram sobre suas atividades, as convergências de suas ações, descobrindo que há uma grande diversidade quanto aos temas a que se dedicam, à natureza das intervenções e à abrangência (local, regional, nacional) da atuação. "O desafio, portanto, pareceu-nos ser descobrir a unidade da Região, o que a caracteriza e nos instiga a trabalhar juntos, ou seja, qual é a especificidade do Centro-Oeste". 

As ONGs presentes chegaram à conclusão de que, no Centro-Oeste, uma questão premente é o modelo de desenvolvimento implementado, que implica degradação ambiental, empobrecimento e expulsão de suas populações e, conseqüentemente, desrespeito aos direitos humanos. Além disso, é uma região predominantemente rural e sobre ela avança a fronteira agropecuária, especialmente as monoculturas de soja, para exportação. Mônica ressalta que, seguindo o rastro da soja, vêm as grandes obras de infra-estrutura (rodovias, hidrovia, hidrelétricas) e que a região também abriga importantes bacias hidrográficas do continente, populações tradicionais (indígenas e quilombolas) e vários assentamentos rurais. 

Contudo, com a expulsão da população do campo, recrudescem a violência, a ocupação desordenada e a carência de serviços básicos nas periferias urbanas, o que pesa particularmente sobre as condições de vida de crianças, adolescentes e mulheres pobres. Para Mônica, sob todos os aspectos, o modelo de desenvolvimento que é implementado no Centro-Oeste fere princípios de sustentabilidade ambiental e justiça social. "Por isso, como primeira atividade desta gestão do Regional CO, decidimos realizar um Seminário para discutir o modelo de desenvolvimento do governo Lula para o Centro-Oeste, abordando os temas representados pelas nossas filiadas: gênero, direitos humanos, meio ambiente, produção sustentável, criança e adolescência. Aprofundaremos esta discussão, que também é sobre a nossa identidade política", informa. Para tal, o Regional articulará as diversas redes que atuam na Região, como Rede Cerrado, Rede Pantanal e Formad e os movimentos, como o MST. "A idéia é fortalecer alianças dentro da própria sociedade civil."


Regional Abong CO: (61) 327-8085. E-mail: monica@ispn.org.br.

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