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informes - ABONG

2639/03/2004 a 15/03/2004

Lançado projeto 1000 Mulheres Para o Nobel da Paz

Desde a criação do Prêmio Nobel da Paz, em 1901, somente 11 mulheres foram premiadas. Este número é considerado ínfimo, tendo em conta as várias ações femininas pelo fim de conflitos, pelo respeito aos direitos humanos, etc. Assim, nasceu o projeto 1000 mulheres para o Prêmio Nobel da Paz 2005, uma iniciativa surgida na Europa e encabeçada pela Fundação Suíça Pela Paz e a Associação 1000 Mulheres, criada para esse fim. 

O projeto possui coordenadoras em 225 países, que trabalham desde 2003 para viabilizar a coleta de nomes de mulheres com histórico de ações ligadas aos direitos humanos, contra a violência, as guerras, todas as formas de discriminação, entre outras. No Brasil, o projeto foi lançado em 3 de março, em São Paulo, e sua coordenadora nacional é Clara Charf. Para apóia-la, foi criado um Comitê Brasileiro, no qual a Abong é representada pela sua diretora de desenvolvimento institucional, Taciana Gouveia.

No lançamento, com muitas mulheres presentes, a mesa de abertura contou com a participação, além de Clara, de: Margarida Genevois (Rede Brasileira de Educação e Direitos Humanos), Maria Betânia Ávila (SOS Corpo Gênero e Cidadania), Sueli Carneiro (Instituto da Mulher Negra - Geledés) e Fátima Oliveira (Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos). 

Clara recordou que após a idéia do 1000 mulheres ter sido aceita pela Comissão do Nobel, as mulheres iniciaram um debate sobre o significado do conceito paz e da luta pela paz. "A luta contra o trabalho infantil, pelo emprego e todas as frentes de batalha que as mulheres enfrentam são pela paz". Contudo, para Clara, a indicação coletiva não garante o Prêmio: "vai ter de haver uma batalha", frisou. 

Nos 225 países, cada candidatura será inicialmente submetida à pré-seleção da coordenadora da região. Poderão ser indicadas para o Prêmio 31 brasileiras, que estarão entre as nomeadas pela sociedade brasileira, até 30 de abril. Não serão aceitas autocandidaturas. Em novembro, ocorrerá a seleção final dos nomes. 

As mil mulheres escolhidas terão suas vidas documentadas e seus trabalhos serão analisados por pesquisadores(as) de todo o mundo, bem como utilizados no estudo sobre conflitos e processos de paz. Os nomes das eleitas só serão divulgados quando estiverem definidas as mil indicações, que serão levadas para a Comissão do Prêmio Nobel da Paz até fevereiro de 2005. A entrega do Prêmio deverá ocorrer em outubro do próximo ano. 

Mais informações e para obter formulário indicação: (11)3337-3109 e claramilmulheres@rnaves.com.br. Site:www.1000peacewomen.org

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