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informes - ABONG

2603/02/2004 a 9/02/2004

CECIP bota a mão na mídia

Desde 1997, o Centro de Criação de Imagem Popular (Cecip/RJ) tem mostrado como botar a mão na mídia. O Cecip, que tem como missão promover a educação e a comunicação, destina o seu Projeto Botando a Mão na Mídia (BMM) a formadores(as) de professores(as), oferecendo suporte pedagógico à recriação de um curso composto de seis oficinas. Em 2003, o Cecip lançou um kit com materiais de apoio à execução do projeto, contendo um manual, uma fita de vídeo e dois cartazes.

A coordenadora do Projeto Botando a Mão na Mídia, Noni Ostrower, explica que a expressão "botar a mão na mídia" tem dois sentidos: tanto o de entender a linguagem audiovisual, como é construído esse discurso, quanto o de saber mexer com cabos e botões. "Não adianta ser um expert em dinâmicas de uso da TV e do vídeo e não saber mexer no aparelho", avalia. 

Para o Cecip, o "nascimento" do Botando a mão na Mídia é um marco na sua trajetória, enquanto organização voltada à produção de materiais educativos e à formação de agentes de mudança. E o BMM já viveu diferentes momentos. No início, jovens, e não professores, eram o seu foco principal. Num segundo momento, as duas escolas envolvidas em 1997 - os Colégios Estaduais Armando Dias, em Japeri, e Antonio Gonçalves, em São João de Meriti - abriram espaço para a implementação do Projeto com alunos e professores. O objetivo não era apenas exibir programas e verificar a sua aceitação: a idéia era discutir comunicação, realizando debates que, gravados em vídeo, eram editados e depois mostrados, separadamente, aos respectivos grupos de alunos e de professores. Os participantes tinham direito de influir na edição, cortando ou repondo falas, o que gerou um processo de discussão sobre a comunicação na comunidade escolar e sobre a linguagem da televisão. 

Na etapa seguinte, os debates dos alunos eram mostrados aos professores e vice-versa. Como desdobramento, surgiu a demanda por um encontro "ao vivo" entre os dois grupos, em que levantaram-se temas de interesse comum, levados para o conjunto da escola. 

A partir de 1998, o Cecip passa a oferecer aos professores de escolas da Baixada Fluminense um curso com 20 a 30 horas de duração. O sucesso do curso fez com que, em 1999, a articulação para a realização das atividades do Projeto deixasse de ser feita diretamente nas escolas, passando a envolver a Secretaria de Educação do Estado Rio de Janeiro. Em 2001, o BMM aumentou seu potencial de difusão ao realizar os cursos/oficinas em articulação com os telepostos - estrutura montada pela TV Escola para receber a transmissão por satélite da programação do MEC e organizar atividades de formação em serviço com os educadores. Assim, entre 1997 e 2001, o Cecip capacitou mais de 500 educadores, envolvendo cerca de 50 mil alunos da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro.

Em 2003, após três dias de capacitação no Rio Janeiro com a equipe do Cecip, 42 Telepostos - ligados à Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro - multiplicaram a Oficina BMM pelo interior do Estado, capacitando 1243 educadores, em sua maioria professores da rede pública e normalistas, mas também diretores, orientadores pedagógicos e orientadores de aprendizagem. "Para 2004, estão previstas novas oficinas, com acompanhamento presencial e a distância, pela equipe do Cecip", informa Noni.


cecip.ong@uol.com.br

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