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informes - ABONG

2509/10/2003 a 15/10/2003

Diretoria executiva da ABONG visita o MST

Dando continuidade ao diálogo com os movimentos sociais que vinha se desenvolvendo na gestão anterior, a nova diretoria executiva da Abong fez, em 3 de outubro, uma visita à sede do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em São Paulo, onde foi cordialmente recebida por João Pedro Stédile e outros coordenadores do Movimento. O encontro insere-se nas prioridades definidas na Assembléia Abong, ocorrida em setembro, entre as quais está o fortalecimento da sociedade civil e o estreitamento das relações da Associação e suas associadas com os movimentos sociais. 

Para o diretor-geral da Abong, Jorge Eduardo S. Durão, "este é um desafio que temos de enfrentar nesta conjuntura brasileira, em que as organizações da sociedade civil têm um papel imprescindível a desempenhar na luta pela promoção de um novo projeto de sociedade para o Brasil, baseado na drástica redução das desigualdades - com a eliminação da vergonhosa desigualdade racial - , na sustentabilidade ambiental e social e na garantia da universalidade dos direitos humanos." Conforme ele, a realização deste objetivo histórico não passa apenas pela ação do Estado, mas sobretudo pela constituição de um novo pacto político e social entre os atores políticos e sociais, inclusive dos setores populares, muitas vezes divididos em questões essenciais, como é o caso do baixo nível de consciência ambiental ou relativo às desigualdades de gênero de muitas lideranças sociais no Brasil.

Nesse sentido, o encontro com o MST propiciou uma troca de idéias sobre a conjuntura brasileira e as dificuldades que os diversos atores da sociedade civil têm para responder aos desafios e para fazerem avançar o novo projeto nacional. Com isso, o diretor de relações institucionais da Abong, José Antônio Moroni, destacou a importância da atuação do MST: "a atual conjuntura é propícia para os movimentos e ONGs construírem uma pauta política comum, fortalecendo-se e atuando como sujeitos coletivos". 

O MST solicitou o apoio da Abong para a ampliação, em nível nacional, da Campanha contra o Deserto Verde, que acontece no Espírito Santo, com base na luta contra as conseqüências sociais e ambientais desastrosas das plantações homogêneas de eucalipto, realizadas pela Aracruz Celulose e outras empresas. A luta contra a desertificação verde é liderada pela Rede Deserto Verde, que reúne ONGs e movimentos sociais da região. 

Por fim, os dirigentes do Movimento sugeriram que a Abong estimulasse suas associadas a produzirem publicações para os movimentos de massa, em especial sobre temas como agroecologia, transgênicos, etc. "O encontro deixou claro que @s companheir@s do MST compreendem esse primado da dimensão societária da transformação social no Brasil, o que abre um excelente campo de diálogo e possíveis alianças", avaliou Durão.
Agenda MST

O MST informou sua agenda de mobilização, orientada pelo consenso entre os movimentos sociais em torno da luta por trabalho e emprego: 16/10 - Mobilização pelo crédito; 30/11- "Corrida contra a fome, contra a pobreza, contra o neoliberalismo, pelo emprego" (em conjunto com a Ação da Cidadania do Rio de Janeiro); Campanha pela democratização da mídia (com o Fórum Nacional pela Democratização da Mídia).

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