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informes - ABONG

23412/06/2003 a 18/06/2003

21 de junho: Dia de Luta Pela Educação Sem Discriminação

Em 21 de junho é comemorado o Dia da Educação Humana Não Sexista, instituído no ano de 1991, pela Rede de Educação Popular entre Mulheres da América Latina e do Caribe (Repem). Criada em 1982, a Rede conta com 172 organizações filiadas, de 19 países latino-americanos, que realizam atividades na perspectiva de justiça nas relações de gênero e de empoderamento das mulheres. A coordenação executiva tem sede em Montevidéu, no Uruguai. No Brasil, seu trabalho nasce vinculado ao da Rede Mulher de Educação (RME), ONG feminista fundada em 1981, pela educadora e socióloga Moema Viezzer. 

Integrante do Comitê Diretor, Beatriz Cannabrava participa da Repem desde que entrou, em 1983, para a RME, da qual é hoje presidenta. Foi, também, coordenadora da Região Brasil da Rede latino-americana, de 1988 a 1996. Conforme ela, a idéia da Campanha surgiu em setembro de 1990, em Assunção (Paraguai), no Encontro A construção da identidade da mulher como uma contribuição aos processos de democratização nos países do Cone Sul. Ali, aprovou-se a proposta de realização de atividades comuns, sob o lema: Trabalhemos por uma Educação Humana Não Sexista. Estabeleceu-se, então, o 21 de junho como um dia de luta. "A educação não-sexista é um dos eixos prioritários da Repem, pois o sexismo constitui uma das mais sérias ameaças à democratização da sociedade, ao excluir, discriminar e limitar a participação das pessoas em razão do seu sexo", explica Beatriz. 

No Brasil, a RME promove a Campanha do Dia 21 por iniciativa e participação de suas sócias-educadoras. Há textos disponíveis no site da ONG, elaborados por algumas de suas integrantes, bem como a Tabela de Recomendações para Utilização de uma Linguagem Inclusiva. Conforme Vera Vieira, coordenadora-executiva da RME, em Cuiabá (MT), o ponto focal Nuepom/UFMT está promovendo, entre outras ações, oficinas para estudantes da 8a série de nove escolas estaduais, com propostas para docentes, estudantes de vários cursos do Instituto de Ciências Humanas e Sociais e para trabalhos em associações de bairros. "Ao romper com a linguagem discriminatória - tanto a escrita como a das imagens -, avança-se na influência da percepção da realidade pelas pessoas, quebrando-se padrões comportamentais sexistas e levando a uma sociedade mais justa e igualitária", avalia Vera.

Porém, uma informação de Beatriz traz um alerta: "Apesar de toda a mobilização, a campanha não tem uma cobertura adequada dos meios de comunicação de massa e sua divulgação é mais limitada aos boletins de ONGs, Redes e a algumas emissoras de rádio que apóiam movimentos de mulheres".


Formação de professores/as

A Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh) desenvolve, desde 1997, o Projeto Por uma Educação Não Discriminatória, em parceria com o Ministério da Educação, que visa à formação continuada de professores/as da rede pública, do ensino fundamental de jovens e adult@s. A coordenadora da Redeh e do Projeto, Schuma Schumaher, enfatiza que o objetivo da proposta é contribuir para a inclusão das perspectivas de gênero, raça/etnia e ambiental no sistema educacional, especialmente para @s professores/as comprometid@s com a educação de jovens e adult@s. "O projeto percorreu todo o Estado do Rio de Janeiro e já capacitou mais de 2 mil docentes, sempre com o objetivo de dar contribuição metodológica para a superação de preconceitos e o combate a atitudes discriminatórias". 

Repem: Boletim: laredva@repem.org.uy. Site: www.repem.org.uy
Redeh: redeh@redeh.org.br. Site: www.redeh.org.br
RME: rdmulher@redemulher.org.br. Site: www.redemulher.org.br .

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