ABONG -  - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais

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informes - ABONG

23412/06/2003 a 18/06/2003

Técnica da FASE lança estudo sobre a ABONG

O não-governamental em questão: um estudo sobre o universo ABONG é uma publicação que "trata de um tema tão complexo quanto fascinante: o perfil das organizações não governamentais no Brasil". A afirmação, extraída da quarta capa do livro, ainda não faz jus à relevância do estudo da assistente social Tatiana Dahmer Pereira. A investigação foi fruto do trabalho de mestrado da autora, realizado por meio do Observatório de Políticas Urbanas e Gestão Municipal - Ippur/UFRJ-Fase -, com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo. 

Tatiana começou seu percurso profissional em ONG, em 1992, como estagiária da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase/RJ), onde permaneceu até 1994, no Programa Metropolitano. Em março de 1995, iniciou seu mestrado em Planejamento Urbano e Regional no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur). Ao finalizar o pós-graduação, retornou à Fase Rio de Janeiro(1997), onde atua como educadora popular na Baixada Fluminense, tratando de temáticas como saneamento, habitação, conselhos municipais e gênero. "Me intrigava o tipo de relação que uma ONG de educação popular tinha com movimentos sociais e a sociedade civil de forma geral e também qual é a sua natureza e seu caráter, pois atua com um sentido de fortalecimento das esferas públicas de participação, mas não é partido. Ao mesmo tempo, é uma entidade privada, mas sem fins lucrativos". 

A educadora relembra que na época em que iniciou seu mestrado, começaram também as polêmicas sobre as ONGs, com questionamentos sobre a grande diversidade de suas práticas. "E, para mim, a Abong era a articulação que fazia uma reflexão mais profunda e coletiva do que era ser não-governamental." Assim, o livro investiga o universo da Abong entre os anos de 1991 e 1998, mergulhando na diversidade de posições existentes quanto ao conceito "não-governamental". Embora aglutine menos de 1% do total de organizações sem fins lucrativos do Brasil, a Associação é "um ator político nacional de extrema importância, tendo sido, entre outros, uma das idealizadoras e organizadoras das três edições do Fórum Social Mundial." 

Desde a sua origem, a Abong objetiva a construção e a consolidação de uma determinada identidade para suas associadas.Conforme Tatiana, ela nasce com a estratégia de formar um campo político, qualificando para além da negação o conceito de não-governamental e para se diferenciar de entidades "extremamente diluídas, com projetos políticos muito diferentes, que se incluem nesta denominação terceiro setor".


Ela considera, também, que a Abong é um espaço rico para debates e trabalha na prática com os termos democracia, políticas públicas, cidadania. Da mesma forma, considera que tem um claro projeto político de transformação da sociedade, realizando ações como a promoção da igualdade de direitos e da universalização de políticas públicas, definindo claramente qual o seu papel, como Abong, e o que cabe ao Estado implementar. "A Abong não atua para se visibilizar, mas, sim, trabalha sempre com uma lógica de reconhecimento, fortalecimento e legitimação dos atores, redes, movimentos e fóruns da sociedade civil", avalia Tatiana. 

Contato Tatiana/Fase: (21) 2286-1441. E-mail: tdahmer@fase.org.br 
Preço da publicação: R$ 10.

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