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informes - ABONG

22320/03/2003 a 23/03/2003

Queremos paz!

O indesejável pela maioria das pessoas do mundo aconteceu: George Bush, presidente dos Estados Unidos, iniciou a guerra contra o Iraque. Grave é também o fato de Bush, com o apoio do primeiro-ministro britânico, Tony Blair, ter ignorado a instrução da Organização das Nações Unidas (ONU) de não iniciar esta intervenção militar. Por outro lado, países como Alemanha, França, China e Rússia desaprovam o início do conflito, que só poderá trazer benefícios aos egos e bolsos de Bush S/A e de Blair. 

Mas não faltaram movimentos e protestos contra esta guerra irracional - como todas as guerras: foram conclamados boicotes a produtos norte-americanos; milhares de marchas disseram não à guerra com palavras de ordem pela paz; a Internet foi e está lotada por abaixo-assinados, convocações para vigílias e novas passeatas, e os e-mails da Casa Branca foram divulgados para envio de mensagens contra a guerra; intelectuais de várias partes do mundo analisaram e opinaram sobre o quão absurdo é este conflito armado. 

No Brasil, foram constituídos grupos de ONGs, redes e movimentos sociais contra a guerra ao Iraque, que se reúnem e mantêm sites com notícias e artigos diversos. Entre eles, o Comitê Contra a Guerra ao Iraque - composto por várias organizações -, a Central Única dos Trabalhadores, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, a Abong, se empenham em informar a tod@s, com o objetivo de que o desejo geral pela paz influencie e mude a decisão de Bush.
Outra atitude a destacar foi a da ONG Comunicação e Cultura 

(ComCultura), que encerrou, a partir de hoje, sua parceria com a Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), iniciada em dezembro de 1999 e implementada por meio do projeto Pommar. Conforme Daniel Raviolo, presidente executivo da ComCultura, a ONG cumpriu, assim, a deliberação do seu Conselho de Administração, no caso de o governo Bush declarar guerra ao Iraque contra a vontade das Nações Unidas - como infelizmente aconteceu -, entendendo que este seria o ponto de não-retorno de uma política autoritária de dominação mundial, capaz de pôr em risco as liberdades democráticas em todos os continentes. "Nós realmente achamos que as ONGs temos de nos opor à evolução que representa o governo Bush, e não poderíamos fazer isso mantendo parceria com a USAID, cuja atuação no Iraque - pois já está fazendo licitações para o período de ocupação - é determinada pela Casa Branca." 

Da mesma forma, Raviolo afirma que a ONG sabe que a totalidade das pessoas contratadas pelo Pommar e a maioria dos funcionários da USAID também desaprovam a orientação do grupo que domina a Casa Branca, porém, a circunstância torna impróprio qualquer tipo de relação. "O fim da parceria vai abalar um de nossos projetos, mas achamos que, neste momento, o mais importante é manter nossa coerência e dar um testemunho, mas reconhecemos que as coisas não são simples e não nos colocamos como modelo para ninguém."

Veja no site da Abong links, artigos e opiniões contra a guerra:
www.abong.org.br

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