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22320/03/2003 a 23/03/2003

MAMA: Mulheres da AMazônia Legal em Movimento

Apoiar índias, não-índias e negras - esta é a base para as ações do Movimento Articulado de Mulheres da Amazônia (Mama), uma articulação regional feminista e ambientalista, não-governamental, que completa em dezembro deste ano cinco anos de existência. Presente nos nove Estados da Amazônia Legal Brasileira (Pará, Maranhão, Amazonas, Amapá, Tocantins, Roraima, Rondônia, Acre, Mato Grosso), o Mama vem fortalecendo a luta das mulheres amazônidas por meio da troca de experiências, união de esforços e mobilização para conquistar direitos, eqüidade entre os gêneros e qualidade de vida. 

Com 147 instituições em sua rede, o Mama tem sua Secretaria Executiva em Rio Branco, no Acre, possui nove Comitês Estaduais, e é subdividido em três sub-regionais. 

Uma das fundadoras do Mama, Graça Costa, da Fase/Pará - que compõe o Comitê Estadual -, considera que o Mama é o projeto necessário para as mulheres da região. "Precisamos de um projeto que nos tire da nossa fragmentação." Graça relembra que o 7º Encontro Internacional Mulher e Saúde, ocorrido em 1997, foi decisivo para a consolidação da articulação, em 1998, e aconteceu no mesmo momento em que a Fase/Pará incorporava a questão de gênero, colaborando para a efetivação da proposta.

A pedagoga Concita Maia, uma das três coordenadoras do Mama, considera que o Movimento pode, hoje, festejar quatro grandes conquistas: a primeira, foi o seu próprio surgimento, que começou a ser articulado em 1995, durante a Conferência Nacional de Mulheres Brasileira (RJ), preparatória para Conferência Mundial de Mulheres, com uma forma diferenciada de apresentar suas propostas, em um momento de crise dos movimentos sociais. A segunda conquista foi o resultado da Campanha pelos Direitos Previdenciários das Trabalhadoras Extrativistas Vegetal da Floresta, lançado pelo Mama, por organizações de mulheres extrativistas, pela Secretaria de Mulheres do Conselho Nacional dos Seringueiros e pela Secretaria de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (Acre e Rondônia): o seu teor foi transformado em Projeto de Emenda Constitucional e já foi aprovado em todas as instâncias do Congresso. Outra conquista foi o fortalecimento do processo organizatório, possibilitando maior troca de informação e capacitação, ou seja, a formação de verdadeiras cidadãs. O Mama também contribuiu com o processo de articulação das parteiras da floresta, que agora estão encaminhando proposta para o reconhecimento de sua profissão na categoria de parteiras tradicionais da floresta.
www.mama.org.br

 

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