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22027/02/2003 a 5/03/2003

8 de março: Dia Internacional da Mulher

Com algumas vitórias nas lutas pela igualdade de direitos e eqüidade nas relações de gênero, as mulheres vão às ruas e aos palcos comemorar mais um Dia Internacional da Mulher que, na realidade, se estende por todo o mês. A data começou a ser celebrada a partir de 1922 e tem diferentes históricos. 

As ações e atividades são muitas. A Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) está empenhada na campanha Contra os Fundamentalismos e lançou o livro Sua boca, fundamental contra os fundamentalismos e a revista Bocas no Mundo, que já estão sendo distribuídos para todos os fóruns e articulações estaduais de mulheres. 

A ONG Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA) concentrou seus esforços no Congresso Nacional. "Elegemos alguns projetos prioritários para a igualdade entre homens e mulheres e discutimos sobre eles com a bancada feminina no Congresso", relatou Guacira César, diretora colegiada do CFEMEA. Conforme ela, um dos projetos, que tramita há 14 anos no Congresso, trata de uma parcela significativa da mão-de-obra feminina brasileira: as empregadas domésticas. "Há três anos ele está na ordem do dia do Congresso e garantirá a essas mulheres os direitos assegurados a outras categorias."


Marchas

Os lemas "Liberdade para as mulheres. Liberdade para os povos. Não à guerra imperialista e à Alca. Não ao machismo e ao racismo" serão as bandeiras das paulistas, vinculadas à Marcha Mundial de Mulheres, que também organiza várias outras passeatas no país. No dia 8, a marcha terá início às 10 horas, na Praça da República, no centro de São Paulo. Para Nalu Faria, coordenadora geral da Sempreviva Organização Feminista (SOF) - ONG que atua também como Secretaria Executiva da Marcha Mundial das Mulheres no Brasil -, a mobilização das mulheres brasileiras tem se intensificado e conquistou muitos avanços. "É um movimento que combina o debate macroeconômico com as reivindicações tradicionais das mulheres, sempre com ênfase no debate sobre sua autodeterminação."


Mulheres Negras

Gláucia Matos, diretora executiva da ONG Fala Preta!, lembra que, hoje, diante da possibilidade de uma grande guerra, as mulheres negras vivem vários conflitos no cotidiano: muitos de seus filhos vêm sendo assassinados ou estão envolvidos com drogas. "E quem já passou pela escravidão, sabe muito bem o que significa a paz", avaliou. "É pela condição de vida com paz que as mulheres negras lutam. E com autonomia, que significa ter liberdade e igualdade de tratamento." Para ela, reivindicar a igualdade entre as mulheres brancas e negras deveria ser uma das bandeiras deste século.


Maria Aparecida da Silva, presidenta do Instituto da Mulher Negra (Geledés), também enfatiza a diferença salarial entre mulheres brancas e negras e considera que a atual polêmica sobre as cotas para negr@s nas universidades é importante, para pautar a racialidade no dia-a-dia da população. "Contudo, apesar de Sueli Carneiro, do Geledés, ter sido a única mulher negra indicada para participar do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, pode-se considerar isto um avanço, pois nos possibilita alavancar todas as problemáticas que se acumularam nos últimos anos."

 

www.articulacaodemulheres.org.br
www.geledes.com.br
www.cfemea.org.br
www.falapreta.org.br
www.sof.org.br

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