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21328/11/2002 a 4/12/2002

Tod@s pelo fim da violência contra a mulher

"A luta continua!". Esta aclamação da Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos (Rede Feminista de Saúde), pelo fim da violência contra a mulher, pôde ser vista na prática em muitos pontos do país, por meio de várias ações de fóruns, articulações, redes e ONGs de mulheres e também de instâncias governamentais, acadêmicas e empresariais. Com isso, o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher, 25 de novembro, teve seu apelo lembrado em outros dias do mês. No folder Violência Doméstica: a face perversa das relações de gênero, a Rede Feminista de Saúde pede urgência na implementação de políticas efetivas de combate à violência contra a mulher. 

O Movimento Articulado de Mulheres da Amazônia (Mama) divulgou vários estudos sobre violência. Entre eles, o da Sociedade Mundial de Vitimologia (Holanda), que pesquisou a violência doméstica em 138 mil mulheres, de 54 países, e constatou que: o Brasil é o país que mais sofre com a violência doméstica; 23% das mulheres brasileiras estão sujeitas a este tipo de violência; as estatísticas disponíveis e os registros nas delegacias especializadas de crimes contra a mulher mostram que 70% dos incidentes acontecem dentro de casa e que o agressor é o próprio marido ou companheiro; mais de 40% das violências resultam em lesões corporais graves decorrentes de socos, tapas, chutes, amarramentos, queimaduras, espancamentos e estrangulamentos. O Mama trabalha no intuito de combater e erradicar esta violência, por meio de informações, denúncias e orientações.

Já o Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFemea) elaborou uma análise dos mecanismos institucionais governamentais para a defesa dos direitos da mulher, existentes atualmente: o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) e a Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher (Sedim). O documento contém informações sistematizadas sobre a legislação dos órgãos, a evolução da estrutura organizacional do CNDM e Sedim, reflexões para o debate e contribuições à proposta da Secretaria Especial na Presidência da República, da Coligação Lula Presidente.

Mas neste trágico cenário, uma ação inovadora se fez notar: a Campanha Laço Branco, pelo engajamento de homens na erradicação da violência contra a mulher. Este movimento teve origem em 1986, no Canadá, e foi promovido pela primeira vez, no Brasil, pelo Instituto Promundo - junto com seis outras organizações. O Promundo é uma ONG que atua área de saúde pública, direitos humanos, prevenção de Aids e desenvolvimento social. Os eventos ocorreram no período de 18 a 25 de novembro, este último, dia em que foram distribuídos os primeiros laços brancos no país. redesaude@uol.com.br - cfemea@cfemea.org.br - promundo@promundo.org.br

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