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informes - ABONG

21221/11/2002 a 27/11/2002

Conselho diretor da ABONG debate com ONGs o contexto pós-eleitoral

No período de 4 a 6 de novembro, o Conselho Diretor da Abong realizou, no Rio de Janeiro, sua última reunião do ano. Na ocasião, promoveu um significativo debate sobre ONGs no novo contexto pós-eleitoral, juntamente com a coordenação do GT Indicadores/Novib. Participaram como palestrantes Sérgio Haddad e Jorge Durão, presidente e secretário-geral da Abong respectivamente, em mesa coordenada por Ricardo de Gouvêa Corrêa, diretor do Regional Abong Sudeste e coordenador executivo da Fundação Bento Rubião, e por Cristina Simião, coordenadora da Associação Difusora de Treinamento e Projetos Pedagógicos (Aditepp) e uma das coordenadoras deste GT. O encontro ocorreu no Hotel Sesc, onde se reuniram, além da diretoria da Abong, cerca de 50 representantes das ONGs-membros do GT Indicadores, da Plataforma Novib e de ONGs do Rio de Janeiro, associadas ao Regional Sudeste. 

Entre outros pontos, Haddad avaliou que as ONGs e o novo governo têm um grande desafio, levando em conta que a atual conjuntura é extremamente desfavorável sob o ponto de vista econômico, dos desafios sociais e também das expectativas da sociedade. "Desde o primeiro turno, a Abong foi chamada pela coordenação da campanha de Lula para discutir, de forma geral, sobre o papel da sociedade civil e das organizações não-governamentais", relatou. 

No entanto, o presidente da Abong chamou a atenção para a oportunidade de as ONGs darem visibilidade à sua atuação e à sua identidade, principalmente com a emergência do chamado terceiro setor, campo no qual "entidades assistenciais se reafirmaram, a filantropia empresarial se fortaleceu e a idéia do voluntariado e da ação individual se estabeleceu. Há de valorizar o trabalho de organização da sociedade e o poder público como uma estância do exercício da política".

Na opinião de Durão, o Pacto Social proposto por Lula é um desafio às ONGs e deve ser firmado fora das instâncias do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - instância também sugerida pelo novo governo, com perspectivas de se consolidar. "Esses acordos têm de ser estabelecidos no dia-a-dia dos conflitos e das lutas sociais, que vão se desenvolver em toda a esfera pública e no âmbito do conjunto da sociedade", enfatizou.


Durante a reunião do Conselho Diretor, também foram aprovadas novas ONGs como associadas. São elas: Movimento Tortura Nunca Mais, de Recife; Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual - GTPOS, de São Paulo; e o Instituto de Pesquisa, Ação e Mobilização, de Brasília.

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