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informes - ABONG

47528/10/2010 a 11/11/2010

Regional Sul da ABONG se prepara para Fórum Sul de ONGs

Dando sequência à série de reportagens sobres os desafios regionais da ABONG, o Informes ABONG traz nesta edição o depoimento de João Marcelo Pereira dos Santos, um dos diretores do Regional Sul, que tem 23 associadas - 4 em Santa Catarina, 8 no Paraná e 11 no Rio Grande do Sul- nos três estados que abrange.

 

Leia o depoimento na íntegra:

 

Informes ABONG: Quantas associadas e qual é o perfil predominante delas em seu regional?


João Marcelo Pereira dos Santos: Na região Sul, pelo que foi me passado pela antiga diretoria, temos uma lista de 23 associadas, sendo 4 em Santa Catarina, 8 no Paraná e 11 no Rio Grande do Sul. Dessas 23 associadas, em torno de 6 a 8 participam com certa regularidade. Geralmente as que mais participam são aquelas mais próximas de Porto Alegre e região metropolitana, embora haja algumas de lugares um pouco mais afastados, porque é lá que fazemos nossas reuniões. As que mais participam são também as que têm um perfil mais de luta por direitos.


IA: Quais são as principais questões colocadas para a atuação da ABONG em sua regional? Quais são as demandas, desafios e perspectivas específicas?


JMPS: Tivemos uma discussão também sobre como ampliar a ABONG na região. Eu, por exemplo, conheço três ou quatro que têm um mundo muito parecido com o da ABONG, são instituições pequenas, mas com um perfil próximo. A gente precisa pensar numa estratégia e num plano de ação para tentar nos aproximar dessas organizações. A ABONG tem muito potencial para crescer na região e temos que nos colocar em ação para aproximar organizações com este perfil.

 

Fora isso, nós estamos nos preparando para o terceiro seminário do Fórum Sul de ONGs, entre os dias 10 a 12 de novembro. Nos últimos três anos foram realizados dois encontros anuais e esse é momento de maior riqueza, pela participação das ONGs da região. O último encontro foi em Passo Fundo e teve uma participação grande, maior inclusive que o número de associadas. Acho que um dos desafios é dar visibilidade à ABONG nesse processo que é tão importante para a região

 

IA: De que forma a regional costuma se articular? São realizadas reuniões periódicas? Como a ABONG materializa sua atuação junto às associadas em sua regional?


JMPS: Nós decidimos na última assembleia por uma coordenação colegiada, composta por mim e com colaboração de outros membros do CAMP, pela Maribel Lindenal do CEBI (Centro de Estudos Bíblicos) e pelo Valvevir Both, do CEAP (Centro de Educação e Assessoramento Popular). É muito trabalho, principalmente para quem está começando. Uma primeira constatação é que todos estão muito engajados em suas instituições e às vezes é difícil marcar reunião. Nós só conseguimos fazer a primeira reunião presencial no dia primeiro de julho. Por isso, uma iniciativa importante que nós tivemos foi tentar usar a internet: skype, msn, para nos comunicar e funcionou.

 

IA: Qual projeto ou ação recente que tenha sido articulado pela regional você destacaria?


JMPS: Nessa reunião foi planejado um conjunto de ações até as eleições. A maior parte das reuniões, encontros e planejamentos, com o resto do regional foi jogado para pós- eleições. Nessa reunião fizemos um debate sobre o que fazer frente a esse problema eleitoral. A primeira foi a produção de um texto de conjuntura para motivar as ONGs, ou pelo menos revelar que a coordenação da ABONG regional está preocupada com as decisões envolvidas nas eleições. O texto localiza o momento, colocando a questão em discussão.

 

Houve também uma tentativa de fazer debate, sobretudo no Rio Grande do Sul, com os candidatos ao governo estadual, para pautar a questão da democracia e a relação com sociedade civil, pois o Rio Grande do Sul é um dos estados onde o processo de criminalização dos movimentos sociais por parte do governo é mais acentuado. O que nós queremos é debater esse tema porque diz respeito às ONGs e aos movimentos sociais.

 

IA: Quais são as pautas da ABONG em nível nacional que mais se relacionam à realidade local?


JMPS: Nós tínhamos, na gestão anterior, uma preocupação de ter um destaque para a comunicação. Tínhamos um jornal de ONGs, um site. São iniciativas que estão hibernando, mas que, em minha opinião, deveriam ser prioritárias.

Fora isso, acredito que na região o enfrentamento à questão da criminalização das ONGs e movimentos sociais e a questão da sustentabilidade são prioritárias. Há uma visão de que o Sul não tem muitos problemas de desrespeitos aos direitos humanos, por exemplo.

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