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informes - ABONG

16215/11/2001 a 21/11/2001

Sociedade Civil pede ação coordenada pela ONU

Em carta ao presidente da República protocolada recentemente, diversas organizações da sociedade civil brasileira manifestaram apreensão em relação às ações antiterroristas planejadas pelo governo dos Estados Unidos em resposta aos ataques de 11 de setembro, especialmente "à militarização da vida social e de retrocessos nas garantias e nos direitos civis". Na carta, as organizações destacam que o Brasil é signatário de tratados internacionais que "limitam qualquer ação que coloque em risco a dignidade e a integridade das pessoas, especialmente das populações civis" e defendem ações integradas, sob a coordenação das Nações Unidas, "tendo sempre como parâmetro as regras do Direito Internacional". 

A carta é assinada por dirigentes das seguintes entidades: Abong, Comissão Brasileira Justiça e Paz, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, a Federação Israelita do Estado de São Paulo, Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente, Grupo de Institutos, Fundações e Empresas, Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Ilanud, Instituto Sou da Paz, Movimento Nacional dos Direitos Humanos e Sociedade Beneficente Muçulmana em São Paulo.

As entidades afirmam que nada justifica o terrorismo e que nenhum argumento é suficiente para legitimar atos como os praticados contra os Estados Unidos. "Isto, porém, não nos autoriza a desprezar os diversos elementos que têm contribuído para a construção de um ambiente de tensão e intolerância", afirmam. "Um combate consistente ao terrorismo deve ter como pressuposto a capacidade dos Estados de substituir a violência e o arbítrio pela ação política como instrumento de diálogo, com o objetivo de criar um ambiente de tolerância, respeito recíproco, compreensão e sobretudo justiça entre os povos".


Vigília pela paz mundial

O Comitê de Mobilização do Fórum Social Mundial na Bahia, junto com o Jubileu Sul Brasil, realizaram entre os dias 14 e 15 de novembro, das 20 às 6 horas, a Vigília Pela Paz Mundial contra a guerra, o genocídio e o terror. A vigília foi um ato ecumênico e cultural em favor da vida e das vítimas do terrorismo, pelo fim imediato dos bombardeios sobre o povo do Afeganistão e pela intensificação da ajuda humanitária e superação das desigualdades e da intolerância étnica e religiosa no mundo.

 

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