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informes - ABONG

12822/03/2001 a 28/03/2001

Regionais apontam desafios e começam planejamento trienal

Integrar e revitalizar a participação das associadas da Abong, debater a questão da identidade das ongs e seu desenvolvimento institucional e elaborar uma agenda de temas comuns são alguns dos principais desafios apontados pelas diretorias regionais para os próximos três anos. Na primeira reunião do Conselho Diretor da Abong com os diretores dos fóruns regionais, entre os dias 19 e 21 de março, em São Paulo, foi apresentado um quadro geral da situação e deu-se início ao planejamento e à discussão do programa e a organização das atividades para o triênio 2001-2003. Leia aqui um breve relato dos regionais:

 

Amazônia (AC, AM, PA, AP, TO, RO, RR)

As ONGs que participaram das reuniões do Fórum Amazônia (8 de fevereiro e 15 de março) apontaram a necessidade de ter um preparo maior para discutir questões como o Código do Consumidor, economia solidária e terceiro setor; o fortalecimento institucional das entidades, a questão do acesso aos fundos públicos, responsabilidade social e a legalidade do trabalho voluntário foram outros assuntos levantados. De acordo com a diretora regional, Aldalice Moura Oterloo (Unipop), entre as questões que marcam as ações e a identidade das ONGs da região amazônica podem ser citadas: desenvolvimento regional, Plano Colômbia e os grandes projetos de hidrelétricas, entre outros. Para 2002, está prevista a realização de uma Feira de ONGs da Amazônia.


Unipop - (091) 224-9074 / 223-1083. E-mail: unipop@amazon.com.br

 

Centro-Oeste (MT, MS e GO)

Segundo Nelson Luis Borges de Barros (CDHHT), além de rearticular as ONGs filiadas da regional, o desafio é estabelecer uma agenda de eixos temáticos que possam identificar a ação da Abong. Outro tema em debate é o enfrentamento em relação às políticas públicas: "como devemos nos preparar para a discussão e apresentar propostas?" As questões ligadas à política de desenvolvimento para a região, por exemplo, a hidrovia, a preservação da biodiversidade dos ecossistemas abarcados pelos estados do Centro-Oeste (cerrado, pantanal e Amazônia) e a discussão do modelo de desenvolvimento agrícola (hoje baseado em grandes propriedades, produtoras de grãos, e grandes empresas) estarão no centro dos debates e deverão aparecer no planejamento.

 

Outro tema de discussão é o fortalecimento e valorização da agricultura familiar, que tem pouco subsídio e apoio do governo. Para Nelson, além de fortalecer as associadas, a Abong deve promover um maior intercâmbio com ONGs, fóruns e redes e ser um suporte de apoio institucional e político para as ONGs na região. Esse será um dos temas do seminário que está sendo preparado para meados de maio e que será discutido na próxima reunião da regional Centro-Oeste, a ser realizada no dia 6 de abril.


CDHHT - (065) 621-4907 E-mail: cdhht@terra.com.br

 

São Paulo

Ainda não existe uma representação eleita para o Fórum Paulista de ONGs. Na última reunião, as principais proposições foram a articulação das ONGs do estado, a discussão de sua identidade e a organização de uma feira sobre o trabalho e a identidade das ONGs. Outra preocupação é a necessidade de operar uma mudança de ordem legal e institucional para fortalecer as ONGs. Para Silvio Caccia Bava (Pólis), falta uma articulação no campo político que reúna ONGs e movimentos sociais. A criação de um fundo de financiamento público do trabalho social, a revisão na legislação de utilidade pública, a discussão do imposto sobre doações (ITCMD) foram outros dos temas discutidos na regional.
Fopong - salete@paulofreire.org


Sudeste (ES, MG, RJ)

"Ser um ator político que fale pelas ONGs". Este é o principal desafio na regional Sudeste, na opinião de Tatiana Dahmer Pereira (Fase). O debate de questões da conjuntura estadual, como por exemplo, segurança pública, lei de responsabilidade fiscal e acesso aos fundos públicos, também precisa ser feito com as ONGs. "Mas a partir daí, como politizar o debate?", pergunta Tatiana. Também foi feita uma avaliação do processo de construção da Feira de ONGs e chegou-se à conclusão de que ela deve ser um espaço de dinamização da Abong regional. Atuar mais intensamente junto aos conselhos é outro dos pontos levantados. A próxima reunião do regional Sudeste acontecerá no dia 13 de abril, em local ainda a ser definido.
Fase - (021) 286-1441 E-mail: tdahmer@fase.org.br


Sul (PR, SC, RS)

No Fórum Sul, o grande eixo de discussão foram os preparativos e a avaliação do Fórum Social Mundial. Para Irma Kniess (CDHMGB), o desafio imediato é a discussão sobre o desenvolvimento institucional das associadas e a elaboração de um plano estratégico de atuação. Ampliar o número de quadros de apoio aos trabalhos do fórum é outra das dificuldades. "A equipe é pequena e fica difícil conciliar o trabalho com as atividades do fórum e da entidade à qual pertencem".
CDHMGB - (047) 455-2886 E-mail: cdh@zaz.com.br


Nordeste I (PE e PB)

Para Sílvia Camurça (SOS Corpo), os principais desafios são integrar as associadas, constituindo a regional da Abong, dialogar com ONGs do Terceiro Setor mas sem o perfil da Abong e estabelecer um eixo comum de atuação Pernambuco/Paraíba, construindo para isso uma dinâmica de atividade nos regionais. "É preciso fechar uma atuação mais coordenada em torno desses temas, das políticas para a região e das questões conflituosas. A idéia não é centralizar, mas possibilitar uma intervenção e uma ação articuladas". Alguns temas comuns à realidade da região que podem ser citados são: o semi-árido, o fim da Sudene, a questão do Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodatur) e a transposição do rio São Francisco.

 

Atualmente, a regional está estruturada em três núcleos temáticos: Núcleo de Comunicação, Núcleo de Controle Social e Conselhos de Gestão e de Direitos e Núcleo da CPI das ONGs. Do ponto de vista da comunicação, está se pensando em como articular as assessorias de imprensa para que elas mantenham o contato freqüente de maneira a aumentar a visibilidade sobre o trabalho desenvolvido. Também estão sendo planejados cursos de apoio às associadas no uso de e-mails, arquivos, troca de informações etc. A participação da Abong nos conselhos de gestão é outro foco de preocupação. As reuniões do regional Nordeste 1 acontecem toda última quarta-feira do mês. Nos dias 6 e 7 de abril, a regional organizará um seminário das associadas para dar maiores informações.


SOS Corpo - (081) 3445-2086 E-mail: silvia@soscorpo.org.br


Nordeste II (BA, SE)

Na reunião do colegiado da regional foi feito um balanço da última gestão e levantou-se a necessidade de a Abong estar mais presente na sociedade através de intervenções políticas com maior visibilidade, de integrar as associadas e aumentar a presença nas reuniões e nas ações conjuntas. Segundo Carlos Eduardo de Souza Leite, o Caê (Sasop), "é preciso trazer para a dinâmica do fórum as ONGs fundadoras, que acabaram se afastando um pouco nos últimos anos". Para isso, "é preciso pensar uma dinâmica mais descentralizada de trabalho, que passe pelas áreas temáticas das entidades, resgate as prioridade das ONGs e trabalhe sobre elas". Um eixo de trabalho transversal é o de políticas públicas, que precisa ser melhor aprofundado no planejamento. Entre os temas de intervenção/mobilização estratégica para a região, Caê destaca a transposição do rio São Francisco e propostas de desenvolvimento sustentável na área. Outra proposta é um debate para criar fóruns estaduais de segurança alimentar. "Esse é um tema estratégico que permite a articulação entre as esferas rural e urbana uma vez que envolve a produção, o consumo e abastecimento".


Sasop - (071) 335-6049 E-mail: sasop@e-net.com.br


Nordeste III (CE, PI, RN)

Para Daniel Raviolo (Comunicação e Cultura), os principais desafios da regional III são reconstituir ou constituir um campo de articulação da Abong que inclua os estados do Piauí e Rio Grande do Norte, aumentar a representatividade no Ceará e estimular o desenvolvimento institucional das ONGs locais, não apenas das filiadas. Constituir um secretariado e ter uma infra-estrutura de trabalho que articule a Abong e os fóruns estaduais temáticos foi outra das necessidades levantadas. Uma das propostas é realizar um curso para os quadros iniciantes de dirigentes sobre problemática e vivência das ONGs.

 

Comunicação e cultura - (085) 231-6092 E-mail: comcultura@comcultura.org.br

 

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