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informes - ABONG

20129/01/2001 a 4/02/2001

Ironias e indignação marcam debate Davos X FSM 2001

Quanto dinheiro circula pelo mundo atualmente? Quanto dinherio os países subdesenvolvidos já pagaram por suas dívidas externas? Quantas crianças dos países subdesenvolvidos morrem de fome diarimante? Essas foram as três perguntas feitas por Oded Grajew (Cives), ao mega-especulador Georges Soros, durante a teleconferência que possibilitou o debate entre participantes do FSM e do Fórum Econômico de Davos.

Soros não respondeu às perguntas, limitando-se a dizer que sabia que a diferença entre ricos e pobres vem crescendo e a propor um diálogo "produtivo" para reverter o quadro. 

A teleconferência aconteceu no dia 28 de janeiro, por iniciativa da produtora francesa, Article Z, e reuniu, via satélite, John Ruggie (ONU), Mark Malloch (ONU) e Bjorg Edlud, empresário suíço, além de Soros. Em Porto Alegre, participaram Aminata Traoré, ex-ministra da Cultura de Mali, Bernard Cassen (Le Monde Diplomatique), Raphael Alegria (Via Campesina), Sandra Cabral (CUT), Hebe Bonafini (Mães da Praça de Maio), Walden Bello e Nijoki Njehe (ONG Bastam 50 anos, Quênia), Diane Matte (Marcha Mundial das Mulheres)e Trevor Ngwate, advogado sul-africano, além de Grajew.


Ironias

Para "contribuir" com o debate, os representantes de Davos fizeram afirmações como "as multinacionais produzem mais que os camponeses","as empresas existem para gerar lucros. É desejável que elas tenham responsabilidade social maior, mas isso não vai mudar o mundo", "os países pobres deveriam espelhar-se na Suíça para alcançar o desenvolvimento", "para dividir as riquezas, antes é preciso produzí-las"; "a pobreza se origina em casa. África é pobre porque tem governo podre". Também insistiam em conhecer as "propostas do FSM".

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