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107setembro de 2000

Observatório da Cidadania comemora quatro anos

O Observatório da Cidadania acaba de lançar a sua quarta edição. Para marcar o fato foi realizado, nos últimos dias 11 e 12, um seminário nacional que reuniu cerca de 40 entidades. O objetivo do evento era apresentar o que foi feito durante os quatro anos de vida do Observatório, com o intuito de pensar novas estratégias de ação para os próximos anos. O seminário, que aconteceu Rio de Janeiro, foi organizado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas - Ibase, em parceria com a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional - Fase, o Centro de Estudos de Cultura Contemporânea - Cedec, o SOS Corpo e o Instituto de Estudos Socioeconômicos - Inesc.

O Observatório da Cidadania é a versão brasileira do Social Watch, iniciativa criada em 1995, durante a Cúpula Mundial para o Desenvolvimento, em Compehagen. O objetivo é garantir que o mesmo esforço de participação visto nas conferências, se repita na implementação dos acordos, tanto no plano nacional, como no internacional. Esta quarta edição tem a diferença de estar sendo realizada no momento em que a ONU avalia o estado de implementação dos processos de Beijing +5 e Copenhagen +5.


O Seminário

As mesas do seminário contaram com integrantes de ONGs e redes parceiras do Observatório, que relataram e analisaram o processo de monitoramento nesses quatro anos. No primeiro dia, Sonia Corrêa, do Ibase, e Patrícia Garcé, do Social Watch Internacional, analisaram os processos de revisão de Beijing +5 e Copenhagen +5. Já Guacira César, da Articulação de Mulheres Brasileiras e Jorge Eduardo Durão, da Fase, descreveram os mesmos processos sob uma perspectiva nacional. Ambas as mesas discutiram as dificuldades e conquistas enfrentadas pelo Observatório da Cidadania/ Social Watch.

O tema do segundo dia foi "Estratégias e perspectivas: diálogo com redes nacionais". O objetivo era pensar em como promover uma articulação maior entre o Observatório e redes brasileiras como a Rede Brasil, a Rede Brasileira pela Integração dos Povos - Rebrip e Rede saúde, entre outras, para possibilitar, futuramente, uma ação política conjunta e, portanto, mais efetiva.


Globalização

O grande mérito do seminário foi proporcionar um debate muito rico sobre globalização, tema que impõe uma série de desafios. José Maria Gomez, do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio, inaugurou a discussão, ao final da manhã do primeiro dia, falando da multilateralidade da globalização. "A globalização não se resume ao plano econômico, existem também as dimensões política e cultural", disse o professor. Na tarde do primeiro dia, Ricardo Henriques, da UFF e do Ipea, continuou o debate apontando a globalização e a desregulação financeira como as grandes causas da crise nomeada por ele como "o mal estar contemporâneo". Segundo Ricardo, a globalização, da maneira como se realiza, é incontornável do ponto de vista econômico.


Maiores informações podem ser encontradas na Página eletrônica do Ibase www.ibase.br ou solicitadas através do correio eletrônico observatorio@ibase.br.

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