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informes - ABONG

106setembro de 2000

Homossexuais brasileiros exigem direto à cidadania

Várias entidades, entre elas o Grupo Lésbico da Bahia, a Associação de Travestis de Salvador e o Centro Baiano Anti-Aids, assinaram uma carta aberta dirigida ao presidente Fernando Henrique Cardoso. A carta é uma iniciativa do Grupo Gay da Bahia e solicita à FHC "medidas imediatas e energéticas a fim de garantir a segurança de vida e o exercício pleno da cidadania de mais de 15 milhões de gays, lésbicas, travestis e transexuais".

O documento lembra que o próprio Programa Nacional de Direitos Humanos reconhece os homossexuais como sendo um dos grupos mais vulneráveis de nossa sociedade e que o Brasil é o "campeão mundial de assassinato de homossexuais", sendo que só em São Paulo já foram registrados "82 assassinatos de gays e lésbicas de janeiro até o fim de agosto".

A carta faz um histórico dos casos mais graves de homofobia de janeiro a setembro no Brasil. Dentre eles o assassinato de Edson Néris na Praça da República em janeiro, o espancamento, em julho, de Luiz Mott e mais seis homossexuais na Parada da Independência da Bahia e a carta-bomba entregue em setembro ao presidente da Associação Parada GLTB de São Paulo, Roberto de Jesus.

No final a carta pede a apresentação de um plano nacional de defesa dos direitos humanos e cidadania dos homossexuais, que já vem sendo prometido há muito tempo pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos, e a aprovação de uma lei que tipifique e puna os crimes sexuais com o mesmo rigor do racismo. Informações com Luiz Mott: Fone/fax (71) 328-3782 / 328-2262; Correio eletrônico luizmott@ufba.br.


Ato Público

Nesta quinta-feira (14/09) haverá um Ato Público de Repúdio aos Atentados, Contra o Preconceito e a Discriminação, e em Defesa dos Direitos Humanos, às 18h no 1º andar da Câmara Municipal de São Paulo. Várias entidades sociais, ONGs e movimentos de defesa dos direitos da pessoa apóiam o ato, entre elas o Geledés Instituto da Mulher Negra, Sempreviva Organização Feminista e o Grupo de Apoio e Prevenção à Aids de São Paulo. Informações no telefone (11) 3111-2499.

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