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30/11/2004 a 6/12/2004

Negros e negras marcam presença no fórum

O gramado em frente à Biblioteca Central da UFPE foi o tapete da discussão sobre a intolerância religiosa, atividade proposta pela organização Uiala Mukaji - Sociedade de Mulheres Negras de Pernambuco. Ali, cerca de 60 pessoas colocaram na roda, literalmente, suas experiências, com depoimentos de diversos Estados nordestinos. 

As falas também foram no sentido de mostrar alternativas para a discriminação e com o intuito de fortalecer as pessoas nessa luta contra a intolerância religiosa. "Outro Nordeste só é possível se assumirmos a nossa negritude. Não somos negros/as por conveniência", afirmou Ceça Axé, sacerdotisa da Casa de Candomblé Ogum Oquité. 

As pessoas participantes destacaram que existem poucos espaços como esses para debater as violações de direitos que ocorrem, diariamente, com os negros. "No Brasil, onde existem aproximadamente 70 milhões de negros e negras, o Nordeste concentra 63% deles. Temos uma responsabilidade imensa de fortalecer essa discussão no país", ressaltou Vera Baroni, coordenadora geral do Uiala Mukaji. 

Um dos indicativos do debate foi incentivar a realização das conferências estaduais e/ou municipais como preparação para a I Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, que irá acontecer de 11 a 13 de maio, em Brasília. Outro desafio é entender e atuar como sujeito político nas discussões sobre saúde da população negra.

Durante os quatro dias do I FSNE, foi montado um Espaço Quilombo, onde aconteceram debates voltados a questão da negritude, com recortes sobre políticas de ações afirmativas, tolerância religiosa, gênero, resgate da cultura afro e o seu peso no Brasil como no Nordeste. Segundo observou Marcelo Gerson, do Grupo de Apoio aos Negros e a Cultura Afro Zumbis Capoeira, a maioria das pessoas que visitaram o espaço eram mulheres.

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