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informes - ABONG

8/02/2005 a 28/02/2005

A Marcha Mundial das Mulheres em ação no V FSM

A Marcha Mundial das Mulheres (MMM) teve presença ativa durante o V Fórum Social Mundial. Na passeata de abertura, o bloco das feministas e seu batuque animaram a caminhada. Lemas como "a violência contra a mulher não é o mundo que a gente quer", "contra a política neoliberal, são as mulheres da Marcha Mundial", "a nossa luta é todo dia, somos mulheres não mercadorias", trouxeram para o bloco diversas jovens e militantes de outros tempos.

A Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade, que foi apresentada no Território Social Mundial, expõe o mundo que querem construir as mulheres, baseado na igualdade, liberdade, solidariedade, justiça e paz. As ações internacionais da Marcha em 2005, que terão a Carta como instrumento de aglutinação, foram tema da sua Assembléia, que contou com a presença de pelo menos 600 pessoas em um dos dias mais quentes da capital gaúcha, entre elas, mulheres de todos os cantos brasileiros e da Colômbia, Argentina, Chile, Equador, México, Peru, Québec, El Salvador, França, Itália, Portugal, Suíça. Essa "torre de babel" feminista serviu para fortalecer as ações da Marcha em todo o planeta, trocar experiências e animar ainda mais a luta das integrantes da MMM.

A viagem da Carta, que passará por 53 países do mundo, se inicia em 8 de março de 2005, em ato nacional em São Paulo, na avenida Paulista, e vai até 17 de outubro, finalizando a jornada em Burkina Faso. A viagem que se fará pela América Latina foi representada na Assembléia. Brasileiras convidaram as companheiras que organizam o ato na região da fronteira com Argentina, estas convidaram as argentinas, representadas ali por mulheres sindicalistas, piqueteiras, estudantes e madres da Plaza de Mayo, que por sua vez convidaram as bolivianas e assim sucessivamente. As ativistas da Marcha na Europa relataram as ações em seu continente e o festival feminista que preparam em Marselha.

Os temas de atuação da Marcha foram apresentados pelas suas ativistas e de organizações parceiras, expressando sua visão sobre soberania alimentar e fortalecimento das camponesas, a ofensiva contra a mercantilização, que se desdobra nas lutas contra o livre-comércio e contra o tráfico sexual, e as ações para construir a paz e a desmilitarização.

Ações simultâneas de dois ou mais países sobre estes temas serão realizadas durante o calendário de mobilização (8 de março a 17 de outubro de 2005). Uma primeira proposta é uma vigília em solidariedade às mulheres colombianas na noite de 4 de abril de 2005; outra data será coordenada pelas mulheres da Via Campesina, tratando da soberania alimentar.


Movimentos sociais apóiam ações da MMM

Os movimentos sociais, reunidos em assembléia no último dia do Fórum, declararam que apóiam "a nova campanha de ações feministas globais da Marcha, para reafirmar seu compromisso na luta contra o neoliberalismo, o patriarcado, a exclusão e a dominação". No documento, todos movimentos são convocados "a construir nesse período ações feministas contra o livre comércio, o tráfico sexual, a militarização e por soberania alimentar".

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