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informes - ABONG

25/04/2006 a 8/05/2006

Notas

Três seminários encadeiam seus debates

Três seminários, com três propostas de debate se complementaram: A re-configuração do campo democrático e popular e a busca de novas formas de se pensar e fazer política - já comentado na primeira página deste Informes e ocorrido no dia 21 de abril -, Reforma política como ampliação da democracia e da participação (dia 22) e, por último, Participação e controle social: por onde navegamos? (dia 23). Esta é a opinião de Ana Cláudia Chaves Teixeira, integrante do Fórum Nacional de Participação Popular (FNPP) e do Instituto Pólis. As três atividades, como já informado, foram promovidas por várias organizações: Abong, FNPP, AMB, Inter-redes Direitos e Política, Observatório da Cidadania, Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais, FAOR AMNB, PAD, FBO, FNRU, Ceaal, CNDE, FNDCA, Rebrip, Movimento Pró-reforma Política com Participação Popular, Comitê da Escola de governo de São Paulo da Campanha em defesa da República e da Democracia, Rede Feminista de Saúde, Fórum de Reflexão Política, Fundação Friedrich Ebert .

 

"O primeiro seminário contribuiu para avaliarmos nossa cultura política e revermos as relações entre movimentos, ONGs, partidos políticos e, com isto, contribuiu também para fazermos uma autocrítica. A segunda atividade, no dia 22, abordou as reformas no sistema político, necessárias para mudança nos processos decisórios, nas relações de poder. E o terceiro seminário aprofundou a análise sobre a democracia participativa - um dos eixos da Plataforma da Reforma Política do segundo dia", detalhou Ana. Conforme ela, o público foi grande nos três dias - entre cem e 150 pessoas em cada seminário. "O interessante foi que uma parte dele era "cativo", ou seja, participou dos três seminários, o que ajudou no encadeamento do debates. Outro destaque positivo é que as atividades foram construídas por várias organizações, redes, fóruns. bem no espírito do Fórum Social, de ir agregando forças, energias e construindo agendas comuns." Em breve, a Plataforma da Reforma Política estará disponível nos sites das organizações promotoras.


Manifesto do IV Fórum Social Potiguar

O Comitê organizativo Pro IV Fórum Social Potiguar distribuiu, durante o II Fórum Social Brasileiro, o convite "Muitos movimentos, um só tempo", feito a redes, movimentos e organizações para construir o IV Fórum Social Potiguar, a ser realizado em Natal (RN), no período de 23 a 26 de novembro. O FSP começou em novembro de 2002. Hoje, segundo o Comitê, o FSP conta "com a força e a ação de movimentos, organizações, redes que acreditam na internacionalização das lutas e das vozes, que a um só tempo se conduzem a uma mesma utopia: outro mundo possível. Desde sua casa, seu roçado, sua rua, sua esquina. Desde seu sindicato, sua organização, seu grupo e movimento."


Fórum Brasil do Orçamento chama para suas lutas

Durante a segunda edição do FSB, o Fórum Brasil do Orçamento (FBO) continuou chamando todos e todas a juntarem-se às suas lutas pela defesa e garantia da aplicação dos recursos públicos nas políticas sociais e pela democratização do Orçamento Público. Em prospecto, o FBO informa que, em 2005, o governo federal pagou somente de juros e amortizações da dívida 139,1 bilhões de reais, o que significa 58,77 bilhões a mais do que o gasto social selecionado, sendo R$ 117,80 bilhões para a dívida interna e R$ 21,28 bilhões para a dívida externa.

 

Gastar bem o dinheiro público é gastar com saúde, educação, saneamento básico, proteção ao meio ambiente, geração de emprego e renda, promovendo a inclusão e a igualdade. Mas para gastar bem é necessário fiscalização! Por isso, propomos a criação do Sistema Público de Monitoramento da Gestão Fiscal e da Gestão Social, garantindo a indispensável participação popular na definição, no acompanhamento da execução e na avaliação das políticas públicas. É preciso mobilização, debate, participação engajada de toda a sociedade." Site: www.forumfbo.org.br.


FSB: um espaço de realização do direito à comunicação

O Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social, do qual fazem parte várias integrantes de ONGs associadas à Abong, divulgou uma comunicação impressa durante o II FSB, chamando todos e todas a "levantarem" a voz e anunciando as atividades de comunicação programadas para o Fórum de Abril. "A garantia do direito humano à comunicação é condição para a construção de um mundo baseado na igualdade e na liberdade, livre das opressões e do imperialismo", diz a abertura do texto. "Sem que todas as pessoas possam se comunicar livremente, o mundo permanecerá refém do poder econômico e político que explora os povos e assalta as riquezas dos países do Sul." Site: www.intervozes.org.br.

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