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informes - ABONG

49601/03/2012 a 05/04/2012

Pesquisa traz dados sobre remuneração praticada por Organizações Não Governamentais filiadas à Abong

Com o objetivo de diagnosticar níveis de remuneração praticados por Organizações Não Governamentais, a Abong, em parceria com as agências alemãs de cooperação  EED- Serviço das Igrejas Evangélicas da Alemanha para o Desenvolvimento e BFDW – Pão para o Mundo, realizou a pesquisa “Os níveis de remuneração em movimentos sociais e organizações não governamentais brasileiras filiadas à Associação Brasileira de ONGs”.

 

A pesquisa concluiu que os níveis de remuneração praticados nas organizações pesquisadas são compatíveis com aqueles praticados no mercado de trabalho, quando considerado o nível de escolaridade, seja em relação ao conjunto do setor de Serviços, seja quando a comparação fica restrita às ESFL, embora a proporção de profissionais universitários nas ONGs da amostra corresponda a quase o dobro do percentual das ESFL.

 

A média da remuneração máxima praticada nas entidades da amostra está dentro do padrão de mercado, sobretudo quando se considera o perfil de escolaridade e o cargo exercido pelos profissionais nelas ocupados: em dezembro de 2010, a maior média de remuneração correspondia 11,7 salários mínimos (ou 3.524 dólares) para cargos de direção e gerência ocupados por profissionais com pós-graduação.

 

Também as desigualdades regionais de remuneração, encontradas no mercado de trabalho mais amplo se reproduzem nas ONGs, mais um indicador de que tais entidades tendem a remunerar de acordo com as tendências do mercado de trabalho no qual se inserem.

 

A coordenação institucional do estudo coube à ELO Ligação e Organização , que contratou Elsa Sousa Kraychete1(Economista, doutora em administração, professora adjunta do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos e do Núcleo de Pós-Graduação em Administração da Universidade Federal da Bahia) e Ângela Maria Carvalho Borges (Doutora em sociologia, professora do Mestrado em Políticas Sociais da Universidade Católica do Salvador).

 

Para análise dos níveis de remuneração, objeto do estudo, foram considerados dois aspectos importantes nos contextos externo e interno nos quais as entidades atuam: a) as mudanças ocorridas no âmbito das Agências de Cooperação Internacional, com reorientação nas agendas e na aplicação dos recursos, pois tal reorientação repercute nas atividades a serem financiadas e no volume de recursos destinados ao Brasil, classificado entre os países de renda média, segundo classificação do Banco Mundial; e, b) o continuado crescimento da atividade econômica brasileira que amplia as oportunidades de emprego, tornando o mercado de trabalho mais competitivo.

 

O relatório final (acesse aqui) apresenta o perfil das organizações pesquisadas, considerando a localização geográfica, o tipo de institucionalidade, o volume orçamentário, o número de funcionários/as, público atendido e fontes de financiamento.

 

A partir desta caracterização, a questão das relações de trabalho dentro destas organizações é apresentada e analisada. Em primeiro lugar são analisadas as formas de contratação e depois os níveis de remuneração vigentes nas ONGs, considerando a função/cargo/ocupação e o nível de escolaridade, controlados pela carga horária, tempo de serviço na instituição e pelo tipo de contrato. Esta última análise é feita comparativamente ao que acontece em setores similares no Brasil (conjunto do setor de Serviços e conjunto das Entidades Sem Fins de Lucro – ESFL), com base em dados da RAIS (...). Por fim, a pesquisa identifica e analisa os benefícios concedidos aos funcionários/as e também o investimento na sua capacitação.

 

Espera-se que o estudo possa contribuir para a elaboração de novos parâmetros legais e políticas que garantam um ambiente estável e estimulante para a ação cidadã organizada. Informações sobre salários praticados, encargos e formas de contratação representam uma enorme contribuição, tanto no que se refere à transparência e prestação de contas, quanto para a proposição de regimes tributários específicos para essas organizações.

 

Acesse aqui o relatório completo da pesquisa “Os níveis de remuneração em Organizações Não Governamentais filiadas à Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais”.

 

Acesse aqui o Portal de Transparência da Abong

 

Assessoria de Imprensa

 

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