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informes - ABONG

49704/04/2012 a 03/05/2012

CETIC.br realiza pesquisa sobre o uso das tecnologias pelas organizações sem fins lucrativos

Em 2012, o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) realizará o projeto de pesquisa “TIC Organizações Sem Fins Lucrativos”. A proposta é mapear a infra-estrutura, o uso e as habilidades acumuladas pelas organizações sem fins lucrativos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs). Com isso, serão disponibilizadas informações acerca da inserção e do uso das tecnologias neste campo, além de possíveis benefícios para o público mais amplo. “Entendemos que as TICs têm grande capacidade para melhorar o desenvolvimento do País em varias áreas, e a pesquisa parte do pressuposto de que as organizações da sociedade civil (OSCs) são fundamentais para o desenvolvimento, que dependente do nível de associativismo e da participação na vida política”, afirma Fábio Senne, analista de informações do CETIC.br. “Como as OSCs possuem uma lógica diferente das empresas ou do governo, é importante de ter uma visão específica sobre o uso que faz das tecnologias”.

 

Para Vera Masagão, integrante da diretoria executiva da Abong, “a pesquisa pode ajudar a construir uma visão melhor das organizações de defesa de direitos, pois, para elas, a formação de redes e a comunicação são estruturantes, dão legitimidade à sua ação e capacidade de influência”. Vera acredita que a pesquisa poderá “indicar de que modo as tecnologias de comunicação já fazem parte do cotidiano dessas organizações e como elas podem ser apoiadas para resolver suas carências”.

 

A produção de informações permitirá ainda a elaboração de uma série histórica que aponte como as entidades estão incorporando, no seu dia-a-dia, as tecnologias, especialmente a Internet. “O uso das tecnologias é entendido aqui como uma forma de aumentar a intervenção política dessas organizações”, conta Senne.

 

Os resultados poderão subsidiar a elaboração de políticas públicas pelo Governo Federal, tais como o Programa Nacional Banda Larga e o programa de inclusão digital. “O governo utiliza nossos dados para tomar decisões estratégicas na formulação de políticas públicas. O Comitê Gestor, que cuida da Internet, tem muito interesse em receber dados. Há também parcerias com universidades, que aproveitam os dados para fazer pesquisa”.

 

Objetivos

 

São três os objetivos imediatos da pesquisa. O primeiro deles é medir a infra-estrutura que permite às organizações fazer uso das TICs, a partir de informações como a quantidade de computadores que as entidades possuem; a interligação em forma de rede; e acesso e a velocidade da Internet. “O segundo objetivo é avaliar o uso específico, ou seja, para quê a organização utiliza tecnologias tais como as redes sociais, educação à distância e instrumentos para gestão da organização”, explica Senne. A pesquisa pretende ainda medir a “capacidade e habilidade de integrantes das organizações em lidar com TICs”.

 

Para tanto, a equipe se valerá de duas abordagens: quantitativa e qualitativa. Primeiro será elaborada uma amostra de âmbito nacional de todas as organizações brasileiras sem fins lucrativos. “Queremos desenhar uma amostra representativa desse universo, com base em cadastros disponíveis por parte do governo. Isso será feito em parceria com o IGBE, para termos acesso ao cadastro central”, conta Senne.

 

Pela abordagem qualitativa, será selecionado um “grupo menor de organizações”, que permita a análise mais aprofundada de algumas das questões apontadas pela pesquisa quantitativa. A proposta é, com isso, desenvolver indicadores. “Alguns deles devem seguir parâmetros internacionais, para serem comparáveis com pesquisas em outros países”.

 

O responsável pela pesquisa é o CETIC.br, que te buscado construir alianças para a formulação metodológica. Já houve conversas com a Abong, o GIFE, o IPEA, o IBGE e universidades. Os resultados serão consolidados em uma publicação, com descrição metodológica, compilação de tabelas, análise e artigos de especialistas. “A expectativa é já disponibilizar os primeiros resultados no final deste ano. Para isso, é importante que a iniciativa seja divulgada de forma ampla, de modo que nossa entrada neste campo seja mais fácil” completa Senne.

 

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