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informes - ABONG

50005/07/2012 a 02/08/2012

IDEC e Abong promovem debate sobre Obsolescência Programada

Apesar de todo o avanço tecnológico, que resultou na criação de uma diversidade de materiais disponíveis para produção e consumo, por que hoje nossos eletrodomésticos são piores, em questão de durabilidade, do que há 50 anos? Os produtos são fáceis de comprar, mas são desenhados para não durar e o consumidor sofre para dar a eles uma destinação final adequada. Esta realidade e as medidas concretas que governos e empresas precisam implementar para mudá-la foram debatidas no evento “Produção e consumo sustentáveis: pelo fim da obsolescência programada”. A atividade, organizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – Idec e pela Abong, aconteceu em 22/6, como parte da programação da Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental.

 

Durante a atividade, foi exibido um documentário que trata da problemática da obsolescência programada, “The Light Bulb Conspirancy” – ou A Conspiração da Lâmpada, produzido e dirigido pela cineasta Cosima Dannoritzer. O filme denuncia um cartel criado no início do século XX entre os fabricantes de lâmpadas, que determinava que seus produtos durassem menos – obrigando os consumidores a comprarem continuamente. O cartel da indústria da lâmpada difundiu o conceito de Obsolescência Programada. Lâmpadas, pneus, meias, eletrodomésticos e eletrônicos de último tipo não fugiram dessa dinâmica, e aos poucos os consumidores foram aceitando que esses produtos durassem cada vez menos, uma incoerência com o avanço das tecnologias.  (assista o documentário aqui - http://www.youtube.com/watch?v=yJqSyIMhryE).

 

Durante o debate, Lisa Gunn, coordenadora executiva do Idec ressaltou a necessidade de fortalecer esse debate e assumir o desafio coletivo de propor mudanças para a sociedade, em contexto de ampliação do consumo e resultados pouco ambiciosos da Rio+20, que revelam a incapacidade dos Estados de lidarem com essas questões. Ivo Lespaubin, diretor executivo da Abong, colocou que a política keynesiana do pleno emprego no pós-Guerra, com o Estado estimulando a produção, degringolou para uma espiral de produção e consumo inviável, pois o crescimento econômico nesses moldes causa depredação dos bens naturais de forma irreversível e insustentável.

 

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