ABONG -  - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais

associe-se

conheça nossas associadas

Procure pelo nome em um dos campos abaixo:

selecione
selecione

Ou faça aqui uma busca detalhada:

selecione
selecione
selecione
selecione
  • APOIO

    • Petrobras
  • REDES

    • Plebiscito Constituinte
informes - ABONG

4518/10/2009 a 21/10/2009

INFORMES ABONG ESPECIAL 18 ANOS

A ABONG completa 18 anos lutando junto com os movimentos sociais pela construção de uma sociedade igualitária, justa e democrática.

 

Esta é uma tarefa difícil, dura, que requer de nós um compromisso com uma utopia em um mundo em que desejar futuros outros parece quase uma impossibilidade.

Nesse momento, a ABONG reafirma seu compromisso com as lutas que se fazem cotidianamente e que ainda estão por se fazer.

 

Convidamos vocês a fortalecer conosco essas bandeiras.

IMPERIALISMO NÃO!

PARTICIPAÇÃO POPULAR NAS POLÍTICAS COM UMA SOCIEDADE CIVIL FORTE E PLURAL!

IGUALDADE ÉTNICA E RACIAL!

RESPEITO ÀS DIVERSIDADES DOS POVOS DA AMÉRICA LATINA!

HABITAÇÃO, TRANSPORTE, MOBILIDADE E SEGURANÇA PÚBLICA. AS CIDADES PARA AS PESSOAS!

LEGALIZAÇÃO DO ABORTO. JÁ!

JUSTIÇA E IGUALDADE PARA AS MULHERES!

NÃO ÀS GUERRAS!

EDUCAÇÃO PÚBLICA, DE QUALIDADE, GRATUITA E LAICA PAR TODAS(OS)!

A ÁGUA E A ENERGIA SÃO BENS DA HUMANIDADE!

TERRA PARA QUEM NELA MORA E TRABALHA! REFORMA AGRÁRIA URGENTE!

PELA UNIDADE DOS POVOS LATINO-AMERICANOS!

A VIDA NÃO É UMA MERCADORIA!

DIREITOS HUMANOS, COM IGUALDADE E JUSTIÇA SOCIAL!

DEMOCRACIA: TEM QUE SER RADICAL!

TRABALHO DIGNO É DIREITO!

LIBERDADE AFETIVA E SEXUAL PARA TODAS(OS)!

COMUNICAÇÃO É DIREITO E INFORMAÇÃO NÃO É MERCADORIA!

LUTAR POR DIREITOS NÃO É CRIME. CRIME É NÃO TER DIREITOS!

 

DEPOIMENTOS de representantes de movimentos sociais, articulações, agências de cooperação e redes sobre os 18 anos da ABONG

“ABONG tem sido uma grande aliada no fortalecimento das organizações da sociedade civil no Brasil nestes 18 anos de existência. Sempre combatendo todo e qualquer tipo de preconceito e discriminação, incluindo a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.

A ABGLT parabeniza a ABONG pelos 18 anos de vida e deseja vida longa.”

 

Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, ABGLT


---

“A Associação Latinoamericana de Organismos de Promoção do Desenvolvimento (ALOP) se soma com alegria à celebração do 18º aniversário da Associação Brasileira de ONGs, ABONG. Em primeiro lugar, recordamos que a ALOP atualmente comemora 30 anos, e por isso reconhecemos a enorme importância e influência da ABONG no campo altermundista, e nos sentimos mais unidos em seu trabalho para ser um ator com incidência, pela integração dos atores sociais, organizações e movimentos latinoamericanos, assim como na defesa de direitos das maiorias.

 

Não podemos deixar de reconhecer que grande parte da riqueza da ABONG se encontra em seus integrantes, ONGs que, cada um com seu tema, tem se constituído em aportes para seus pares em toda a América Latina.

Em grande parte desses 18 anos, a ALOP caminhou junto à ABONG, que é uma das mais importantes organizações sociais da América Latina. A ABONG tem sido uma referência para as diferentes organizações da região, em particular pelo papel que tem desempenhado no Fórum Social Mundial, no local que ocupa na sociedade brasileira e no aporte que tem feito a favor da integração dos povos na América Latina.

 

ALOP e ABONG impulsionaram conjuntamente a criação e o papel político da MESA de Articulação de Associações Nacionais e Redes de ONGs da América Latina, organização que hoje é chave para impulsionar um campo de atores sociais em nosso continente.

 

Esta comemoração de 18 anos nos encontra em um momento de mudanças, de esperanças e de grandes problemas que fazem parte de nossos países há séculos. A democracia plena, necessária para que todos sejam incluídos, segue como uma dívida pendente. Um desenvolvimento que diminua significativamente as profundas desigualdades em nossos países requer o pensamento em novos enfoques nos quais os direitos humanos fundamentais sejam o centro de uma nova visão.


Estes 18 anos de ABONG, que estão cheios de conquistas, nos fazem pensar no necessário futuro conjunto pelo qual esperam as organizações latinoamericanas, fortalecendo e promovendo um sonho comum junto a nossos povos.”

 

Miguel Santibáñez , presidente da Associação Latinoamericana de Organismos de Promoção do Desenvolvimento, ALOP


---

“Sem dúvida, uma das principais ações da ABONG ao longo de seu dezoito anos foi a construção do marco legal das ONGs no Brasil e, com isto, fortalecer ainda mais a ação destas na consolidação da democracia brasileira e na luta pela efetivação de direitos. Porém, considero que mais importante que o marco legal, foi a afirmação, nessas quase duas décadas, de um marco político, isto é, de um campo de forças politicamente posicionado em defesa da justiça, da liberdade e da democracia. As ONGs do “campo ABONG” trazem em si esta marca: sempre em aliança com outras redes e movimentos sociais, acreditam e ousam buscar formas de construir “um outro mundo possível”.”

 

Beth Ferreira, Secretária Executiva Nacional da Articulação de Mulheres Brasileiras, AMB


---

“A ABONG, enquanto uma organização que congrega organizações plurais, deve refletir no seu trabalho cotidiano a preocupação com essa diversidade. E isso está expresso desde 2003, quando, em sua Assembléia Geral, a promoção da igualdade racial foi definida como uma diretriz para suas ações. E isso vem se dando notadamente através de seu veículo de comunicação.

 

Nesse sentido, a ABONG tem sido, ao longo dos tempos, parceira da Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras, AMNB - em momentos fundamentais, onde foi necessário demonstrar a não concordância com o sistema racista e patriarcal, e em outros quando temos nos aliado nos processos de discussão sobre o desenvolvimento do país.

 

Mesmo e apesar desse esforço, ainda não foi possível verificar mudanças substantivas no conjunto das organizações que a integram, em relação a políticas inclusivas de gênero e raça, mas entendemos que ela vem cumprindo um papel importantíssimo nesse processo. Parabéns a todas/os integrantes da ABONG por esse longo, tortuoso, mas também bem-sucedido período de resistência.”

 

Nilza Iraci - Comunicadora Social, presidenta do Geledés - Instituto da Mulher Negra, uma das organizações da coordenação da Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras, AMNB


---

“As bases da parceria ABONG-Coordination SUD começaram durante o segundo Fórum Social Mundial, em janeiro de 2002, aproveitando a presença de ONGs e estruturando um programa de intercâmbio e de cooperação com três temáticas (rural, urbano e economia solidária). Cerca de cinqüenta ONGs e atores sociais de cada país puderam participar nas missões recíprocas e nos seminários temáticos definidos em função das prioridades comuns.

 

ABONG e Coordination SUD se esforçam para prolongar estes intercâmbios temáticos para uma reflexão e uma ação comum em nível internacional, elaborando juntos o conceito de diplomacia não governamental.


Dentro desta cooperação, ABONG e Coordination SUD criaram um grupo de mais cinco plataformas nacionais de ONGs – ABONG/Brésil, ACCION/Chili, CONGAD/Sénégal, Coordination SUD/France e VANI/Inde que juntas lançaram o Centro de Recursos Internacionais (www.ong-ngo.org).

 

Além disso, cada uma destas plataformas fortaleceu a dinâmica regional, na relação e parcerias das Plataformas nacionais de suas regiões, caso da MESA de Articulación para ABONG e CONCORD para Coordination SUD. Este processo ambicioso resultou em outubro de 2008, na criação do “Fórum internacional de plataformas nacionais de ONGs”. Quem imaginaria, lá em janeiro de 2002, que a cooperação entre estas duas coordenações de ONGs francesa e brasileira iniciaria, seis anos mais tarde, um movimento mobilizando 82 plataformas nacionais de países diferentes?!”

 

Alexandre Tiphagne, responsável pelo programa de Cooperação Internacional com as plataformas de ONGs, Coordination SUD

 

---
“A maior parte das instituições parceiras do EED no Brasil é membro da ABONG. Isto, para nós, não somente reflete o enorme valor da Associação, mas principalmente nos permite identificar um fio condutor comum no tocante ao perfil destas entidades enquanto ONGs, que está em profunda sintonia com os princípios programáticos de nossa agência: o de atuar contribuindo para o combate à desigualdade e a radicalização da democracia no Brasil."

 

Dentro de um contexto político brasileiro e internacional que se complexifica numa dinâmica cada vez mais intensa, a ABONG tem atuado como uma instância importantíssima para seus membros, tanto ao proporcionar um fórum de aprofundamento da reflexão sobre a identidade, papel e principais desafios das ONGs neste contexto, como sobretudo ao articular a elaboração de propostas, cenários e perspectivas comuns, que contribuam para norteá-las na luta pelo outro mundo possível. Nossos parabéns!”

 

Luciano Wolff , Evangelischer Entwicklungsdienst, EED


---

“A Fundação Ford gostaria de parabenizar a ABONG por seus 18 anos de enorme contribuição na construção e consolidação da democracia brasileira. A liderança e legitimidade da ABONG no plano nacional e internacional refletem sua importância na constituição estratégica da definição de uma sociedade civil como um ator político fundamental. A Fundação Ford se sente privilegiada em ter acompanhado de perto através de várias parcerias, a infância, a adolescência e agora maioridade desta importante articulação que consegue se renovar a partir de cada novo desafio, seja ele institucional, político ou social. Parabéns ABONG.”

 

Ana Toni, Fundação Ford


---
"A ICCO felicita a ABONG com o seu 18o. aniversario.  Na sua trajetoria de 18 anos a ABONG já deu muitas mostras de sua maioridade, essencialmente de sua capacidade de representar e aglutinar em torno de uma agenda comum às ONGs que baseiam a sua identidade e suas ações nos direitos humanos e na democracia.

Também reconhecemos que ABONG desempenha um importante papel como interlocutor do governo e de outros setores sociais em torno a várias questões que tocam o modelo de desenvolvimento e a qualidade da democracia. Estas questões extrapolam o contexto brasileiro. Os valores democráticos tem sido praticados e aprimorados dentro da própria ABONG.

 

Destacamos a regionalização da ABONG, a permanente “oxigenação” de seus quadros de liderança, a ativa participação das afiliadas em vários espaços de diálogo e concertação, e a instituição de uma direção colegiada. Este conjunto de práticas conferem um alto grau de legitimidade aos pronunciamentos da ABONG. Assim, as propostas e idéias gestadas no interior da ABONG têm orientado também as escolhas e definições feitas pela ICCO nas nossas políticas, através de uma interlocução que tem sido constante e apreciada, apesar dos "vaivéns" causados pelas mudanças de pessoal na ICCO. Como nação de navegadores que somos, a ABONG tem sido para a ICCO um farol que nos ilumina e guia nas nossas políticas e programas no Brasil, e mais além."  

Henk Gilhuis, ICCO


---

“Nesses 18 anos, a ABONG ajudou a consolidar a democracia brasileira, mostrando ampla capacidade de convivência com a diversidade sociocultural e socioambiental do país.

 

Entre os distintos desafios que buscou enfrentar esteve a incessante busca de referência pública por um Estado de direito laico e comprometido com a causa das maiorias que sofrem com a desigualdade e violação dos direitos humanos.

O Movimento Ecumênico brasileiro esteve ao lado da Associação em muitos momentos da conjuntura recente, mas caberia destacar nossas agendas comuns pela afirmação dos DhESCA no Brasil, quando pudemos denunciar em rede os relatórios sobre o cumprimento pelo governo brasileiro do PIDESC na ONU e também nas avaliações conjuntas dos impactos dos grandes projetos implementados pelo governo, com sua agenda desenvolvimentista.

 

Vale a pena para o país ter em sua sociedade um de seus campos democráticos representado e com uma Associação atuante como a ABONG. Oxalá consigamos nos próximos 18 anos compartilhar ecumenicamente mais iniciativas conjuntas em favor da liberdade, da democracia e dos direitos humanos para todos e todas."

 

Rafael Soares de Oliveira, diretor executivo do KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço e membro da Coordenação do Fórum Ecumênico Brasil


---
"A luta da sociedade brasileira se confunde com o processo de criação e de fortalecimento de movimentos populares e ONGs. Não há como compreender os últimos 40 anos da sociedade brasileira sem tomar em conta o papel e os impasses vividos pelas organizações que constituíram o campo popular de organização.

 

Estas organizações, de alguma forma, souberam traduzir para o cotidiano das lutas populares os anseios por democracia, por desenvolvimento e por direitos humanos. Mesmo que este trinômio nem sempre traduza de forma concreta as demandas populares, sendo-lhe algoz, em algumas vezes.

 

Mesmo assim, o que está em questão é que a democratização da democracia, a luta por um desenvolvimento justo e sustentável e a realização universal do conjunto dos direitos humanos são construções cujas raízes estão nas lutas populares levadas adiante pelos movimentos e ONGs.

 

A ABONG como associação de ONGs soube estabelecer as bases de um campo político no seio do debate sobre a organização popular e oferecer uma identidade política e programática que sempre entendeu que a luta popular pela transformação é muito mais do que a conquista de ganhos pontuais ou paliativos. Neste sentido, ao longo de seus anos de organização, soube abrir diálogos e espaços de construção coletiva. Entre muitos outros, os diálogos com o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) é um dos que marcaram avanços significativos. Parabéns pelos 18 anos da ABONG... vida longa à luta popular"

 

Paulo César Carbonari, conselheiro nacional do Movimento Nacional de Direitos Humanos, MNDH


---

“Na nossa avaliação, as ONGs têm três linhas diferentes de atuação. Um grupo é formado por entidades oportunistas que defendem os interesses da classe dominante, escondendo por trás de um discurso social a busca de apoio na sociedade para políticas que prejudicam os trabalhadores. O segundo grupo é formado por ONGs que são bem intencionadas, mas que não têm uma análise profunda do nosso país, nem uma linha firme na defesa dos interesses dos mais pobres. Por fim, há organizações comprometidas com a luta dos movimentos sociais, com a defesa da reforma agrária, dos direitos humanos, da educação e saúde pública, gratuita e de qualidade.

 

A ABONG é um exemplo de ONG séria, com compromisso com os trabalhadores e com o país. Vem contribuindo para uma análise mais profunda da realidade brasileira e para a construção de um projeto popular para o Brasil, participando de articulações da Assembléia Popular. Isso é um exemplo, porque as ONGs têm um papel mais efetivo quando atuam de forma mais ampla com outros setores.

 

Sozinhas não vão conseguir cumprir nem mesmo os seus objetivos específicos.

As possibilidades de parceria dos movimentos sociais com as ONGs são bem grandes, pela natureza de cada um desses instrumentos. Enquanto os movimentos sociais têm a característica de organizar o povo na luta por direitos, as ONGs têm a capacidade de articular setores médios, fazer estudos e propor políticas nessas áreas. Por isso, a atuação conjunta de movimentos sociais e ONGs é importante, porque une mobilização popular e o apoio de setores médios em defesa de políticas progressistas.”

 

João Paulo Rodrigues, integrante da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MST


----

“A ABONG atinge a sua maioridade e nós, da Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais, expressamos nossas mais sinceras felicitações pelos 18 anos de luta desta organização.

 

A trajetória da ABONG é marcada pela luta por uma sociedade justa e por uma efetiva democratização do Estado brasileiro. Neste sentido, valores como a transparência e a participação direta da sociedade brasileira na formulação de políticas públicas inclusivas são bandeiras que defendemos em conjunto.

Destacamos a importância da ABONG na condução do processo de construção de um marco regulatório para as Organizações Não Governamentais brasileiras, como elemento fundamental para que tenhamos uma sociedade civil forte, atuante e que hoje é referencia para os demais países da América Latina.

 

O trabalho da ABONG contribui para a construção de um mundo melhor. Estamos certos de que isso é possível e por isso nosso desafio comum está em marcha.

Vida longa à ABONG!”

 

Gabriel Strautman, secretário executivo da Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais

lerler
  • PROJETOS

    • Observatório da Sociedade Civil

Rua General Jardim, 660 - Cj. 71 - São Paulo - SP - CEP: 01223-010 - Tel.: 11 3237-2122

Horário de funcionamento do escritório: segunda-feira à sexta-feira, das 9h às 19h

design amatraca