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50807/03/2013 a 04/04/2013

LEIA: Relatório Trienal da Abong 2010-2013

Acesse aqui o arquivo em pdf do Relatório Trienal da Abong 2010-2013.

 

Introdução

 

Quando a Abong completou vinte anos, em 2011, seu Conselho Diretor entendeu que era hora de renovar sua identidade visual. Uma nova logomarca foi desenvolvida, associando a sigla da associação a uma espiral, denotando movimento e expansão. Criou-se também uma assinatura para expressar sua identidade afirmativa: uma associação de organizações da sociedade civil voltadas à defesa dos direitos e dos bens comuns.

 

De forma sintética, a nova logomarca e assinatura comunicam a missão da associação consagrada em sua Carta de Princípios, a luta contra todas as formas de discriminação e de desigualdades, pela construção de modos sustentáveis de vida e pela radicalização da democracia. Com esse norte, atuam suas aproximadamente 250 associadas, que têm como estratégia combinar o trabalho educativo visando o fortalecimento e a formação política de grupos populares, com a produção e disseminação de conhecimentos e metodologias, a mobilização social, a incidência em políticas públicas, no legislativo, no judiciário e na mídia, o controle social e a animação de redes, fóruns e campanhas, no Brasil e pelo mundo.

 

Em 19 de março de 2010, a Assembleia Geral das associadas definiu um conjunto de prioridades que deveriam orientar o trabalho do corpo diretivo então eleito para o período 2010-

2013. Com base nas prioridades políticas, o Conselho Diretor formulou então um plano trienal com o seguinte objetivo geral: Fortalecer a atuação política em rede das organizações da sociedade civil na disputa por novos paradigmas de desenvolvimento, pela radicalização da democracia e efetivação dos direitos humanos, econômicos, sociais,culturais e ambientais(DHESCAS).

 

Visando organizar as linhas de ação, tal objetivo foi desdobrado em cinco objetivos específicos:

 

1) Promover a construção compartilhada e divulgação de novos paradigmas de desenvolvimento que priorizem o bem viver, com justiça social eambiental.

 

2) Contribuir para o avanço da luta pela Reforma Política na direção da democracia participativa e no controle social das políticas públicas.

 

3) Disseminar uma cultura de direitos humanos na sociedade brasileira, por meio de articulações que incidam na elaboração de políticas públicas.

 

4) Contribuir para a construção de um contexto político, social e legal favorável à atuação das organizações não governamentais e movimentos sociais.

 

5) Ampliar a capacidade institucional das organizações da sociedade civil, por meio do fortalecimento de sua gestão e comunicação com a sociedade.

 

Essa publicação apresenta as ações realizadas pela Abong, entre 2010 e 2013, com vistas à realização desses objetivos, procurando situá-las no contexto mais amplo das lutas democráticas no Brasil e no mundo. No primeiro capítulo, reproduzimos uma análise retrospectiva do papel das organizações da sociedade civil nos últimos cinqüenta anos, convergindo para uma agenda de futuro que o Conselho Diretor submete à Assembleia de Sócios em fevereiro de 2013. No segundo capítulo, o foco é a luta da Abong para criar um ambiente favorável ao engajamento cidadão no Brasil, pela radicalização da democracia, pelo fortalecimento da participação social. O terceiro capítulo, “Por um outro desenvolvimento”, discute as concepções de desenvolvimento defendidas pela Abong e as ações realizadas ao longo dessa gestão, com foco na Rio + 20 e na Cúpula dos Povos, realizada no Rio de Janeiro, em 2012. O quarto capítulo, “Cidadania Planetária”, apresenta os espaços de incidência internacional em que a Abong tem participado e a atual discussão sobre cooperação internacional e diplomacia não governamental.

 

Por fim, o último capítulo, “Vida associativa”, traça o perfil da vida institucional e associativa da Abong, revelando o seu cotidiano, as conquistas e desafios, as novas formas de gestão experimentadas.

 

Ao longo dos capítulos, além de falas de dirigentes da associação, foram inseridos depoimentos de parceiros e especialistas sobre o papel das organizações da sociedade civil no Brasil e sobre o papel da Abong, de modo a complementar a narrativa com outros olhares sobre a associação e seu contexto.

 

Sabemos que o sentido do que aqui se relata não se resume ao triênio: as lutas sociais não se encerram em anos, nem em décadas, são processos que na história se realizam e fazem sentido. São três anos na vida de uma associação, que logo completará 22, integrando um fluxo maior de ações levadas a cabo por coletivos de pessoas que, no Brasil e no mundo, se organizam para tornar realidade um outro mundo possível, mais justo, solidário e sustentável.

 

Boa leitura!

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