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51002/05/2013 a 06/06/2013

O Futuro que Queremos para a América Latina e o Caribe

No último dia 17 de abril em Guadalajara, México, foi dado início ao processo de consultas regionais no âmbito da campanha O Mundo que queremos pós-2015, também conhecida como Beyond 2015 ou, na versão em espanhol, Más allá de 2015.

 

Organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), pelo governo federal do México e pelo governo do estado de Jalisco, com apoio do Painel de Alto Nível da ONU para a campanha (conhecido pela sigla em inglês, HLP), o evento contou com a presença do chanceler mexicano, José Antonio Kuribreña, do governador de Jalisco, Jorge Sandoval Díaz, de Rebeca Grynspan, administradora adjunta do PNUD e de diversos representantes de organizações internacionais e da sociedade civil da América Latina e do Caribe.

 

O chanceler mexicano ressaltou a importância do processo Mas Allá de 2015 para a região e sublinhou o comprometimento do país, não só em âmbito federal mas também em nível subnacional: de fato, o governador do Estado de Jalisco afirmou que a província empreenderá esforços para ser um exemplo de engajamento dos atores subnacionais na agenda de desenvolvimento internacional pós-2015.

 

Alícia Bárcena, secretária executiva da CEPAL – Comissão Econômica para América Latina e Caribe, também presente no evento, apresentou um resumo histórico dos compromissos internacionais para o desenvolvimento, desde a conferência de Estocolmo, em 1972, até o processo atual de formação de uma nova agenda de desenvolvimento pós-2015. A década de 1990, chamada por Alícia de “década normativa”, abrigou inúmeras conferências em âmbito internacional relacionadas a direitos, mas os compromissos internacionais não foram acompanhados por investimentos financeiros para sua implementação.

 

Assim, ela chama atenção que o quadro de desenvolvimento pós-2015 inclua mecanismos de financiamento e implementação: por exemplo, a taxação das transações financeiras internacionais em apenas 0,01% poderia gerar recursos significativos para financiar as metas de desenvolvimento na região a partir de 2015.

 

Ao final, a secretária executiva da CEPAL destaca a necessidade de um pacto global para o desenvolvimento pós-2015 que crie sociedades de bem-estar, conforme os princípios de sumak kawsay ou “bem viver”, e não somente sociedades de consumo.

 

Mais infomações sobre as consultas em Guadalajara, acessehttp://participacionsocial.sre.gob.mx/post2015.php.

 

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