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informes - ABONG

47214/09/2010 a 27/09/2010

Regional da ABONG tenta criar agenda positiva com a mídia na BA e em SE

Durante a última reunião do conselho diretor da ABONG, realizada entre os dias 25 e 27 de agosto, os diretores regionais presentes puderam fazer um panorama da atuação da ABONG em suas respectivas regiões. Aproveitamos o relato de Edmundo Ribeiro Kroger, diretor que representou a regional Nordeste II na reunião, para dar sequência à série de reportagens sobre as regionais da ABONG.

 

Edmundo relata a situação geral das associadas da Bahia e de Sergipe (estados abrangidos pelo regional) e destaca o recente problema que algumas delas tiveram por causa de uma reportagem do jornal “A Tarde”, de Salvador: “a reportagem criminalizava as ONGs e duas associadas, MOC (Movimento de Organização Comunitária) e o CAA (Centro de Assessoria do Assuruá) e nós conseguimos reagir, discutir o texto, nos articular para responder e ter visibilidade nacional”

 

Veja a íntegra da entrevista:

 

Informes ABONG: Qual é o perfil predominante das associadas do seu regional?

 

Edmundo Ribeiro Kroger: São 23 associadas e apenas 3 no Sergipe. Tivemos duas desfiliações, mas que aconteceram por problemas financeiros das organizações e não por questões políticas. Mas também temos proposta de mais três filiações.

 

Temos muitas dificuldades de articulação com as entidades do interior da Bahia, por causa da distância. Temos associadas que atuam nas mais diversas áreas sociais. Uma outra característica importante e positiva é que diversas organizações são cabeças de rede e isso pode ajudar a trazer informações de outras ONGs.


IA: Quais são as principais questões colocadas para a atuação da ABONG em sua regional? Quais são as demandas, desafios e perspectivas específicas?

 

ERK: Uma questão recente foi a reportagem do jornal “A Tarde”. A reportagem criminalizava as ONGs e duas associadas: o MOC [Movimento de Organização Comunitária] e o CAA [Centro de Assessoria do Assuruá] e nós conseguimos reagir, discutir o texto, nos articular para responder e ter visibilidade nacional.

Em função disso, estamos pensando em tentar organizar uma agenda positiva com a mídia, ao invés de ter uma postura reativa. Ao mesmo tempo, não dá só para bater na imprensa. Queremos criar fatos jornalísticos, como algum evento que possa chamar a atenção. Pensamos em aproveitar o lançamento do livro para mostrar que as ONGs são fundamentais para a sociedade brasileira.

Ao mesmo tempo queremos aumentar o diálogo com o setor privado, as empresas e também as de mídia comercial. Independentemente da posição, é importante que haja ao menos o diálogo.

 

Outro desafio para a regional é fortalecer o movimento em Sergipe e no interior da Bahia.

 

IA: De que forma a regional costuma se articular? São realizadas reuniões periódicas?

 

ERK: Fizemos duas assembleias, uma em março e a outra em abril [de 2010]. Nas duas fizemos uma avaliação de cada estado, da regional ABONG e das atividades das organizações que estavam presentes.

 

São 23 associadas, mas as reuniões contam com a presença de 8 a 11 delas. Existem níveis variados de participação. Tem o núcleo duro, com 4 ou 5 que são colegiadas e aparecem sempre. Tem também as não colegiadas que sempre aparecem. Tem aquelas organizações que só aparecem em eventos, as que só se manifestam por e-mail e aquelas que nem se manifestam.

 

IA: Como a ABONG materializa sua atuação junto às associadas em sua regional?

 

ERK: Uma das questões levantadas nas assembleias era de que ABONG tinha que estar presente no cotidiano das associadas e vice-versa. Por isso, concluímos que ABONG nacional tem papel fundamental na questões estratégicas como sustentabilidade.

 

IA: Qual projeto ou ação recente que tenha sido articulado pela regional você destacaria?

 

ERK: Além da questão da reportagem do jornal “A Tarde”, fizemos um evento grande,  com movimentos que lutam por vários direitos diferentes, mas que não tinham visibilidade. Fizemos um documento com uma proposta do modelo de sociedade que os movimentos querem para a Bahia.

 

Precisamos, agora, dialogar com o governo para ver o que andou e o que não andou nessa pauta. Queremos discutir também com os candidatos ao governo do estado e tem que ser agora, mas a agenda do fim da campanha está apertada. Isso é importante porque dá visibilidade para os movimentos sociais e para a ABONG.

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