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4208/04/2008 a 21/04/2008

Prêmio educar para a igualdade racial: um breve diagnóstico

O Prêmio Educar para a Igualdade Racial foi idealizado pela equipe do CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades em 2001, atendendo a uma expectativa de mapeamento de práticas escolares voltadas para o tratamento da temática racial. Sabia-se que muitos professores e professoras de todo o território nacional empenhavam-se para que o tema da diversidade humana adentrasse a sala de aula, algumas vezes de forma estruturada e, outras, de maneira periférica e clandestina.

 

Queríamos de algum modo mostrar que estes trabalhos poderiam ser trazidos ao conhecimento público, e mais, mostrar aos/às profissionais da educação que as iniciativas promovidas em sala de aula eram realmente importantes para construção de um Brasil mais justo e igualitário. Foi, portanto, com o objetivo de mapear, analisar, sistematizar e divulgar estas práticas educacionais que, em 2002, o CEERT instituiu a primeira edição do Prêmio.

A gênese do Prêmio consistiu-se na definição do edital e dos critérios de seleção aos quais seriam submetidas as experiências inscritas. Tanto um quanto o outro foram elaborados coletivamente, em um processo que envolveu parceiros/as de militância, de academia e institucionais que o CEERT acumulou ao longo desses anos. Nesta primeira edição, puderam se inscrever professores/as de Educação Infantil, Ensino Fundamental 1 (1ª a 4ª séries) e Ensino Fundamental 2 (5ª a 8ª séries).

Já na segunda edição, os critérios de seleção não sofreram alterações, apenas a inclusão dos novos aspectos referentes à categoria de Ensino Médio, que foi acrescida às outras três já existentes.

A terceira, no entanto, foi marcada por importantes alterações – estruturais e formais. Mudanças que permitiram uma reflexão mais aprofundada do novo cenário educacional, referente à alteração da LDB por meio da introdução da lei 10.639/2003. Desta forma, tanto os critérios de seleção quanto os objetivos do Prêmio abrangeram questões pertinentes ao ensino da História da África e da Cultura Afro-Brasileira.

Nesta quarta edição o prêmio traz em seu bojo mudanças significativas… A primeira delas é a abrangência do prêmio, que deixa de ser nacional e passa a focar no Estado de São Paulo. Assim, o Ceert e o Banco Real, seu parceiro nesta edição, acompanharão de perto as ações realizadas e conseguirão se aprofundar e sistematizar as experiências conduzidas nas escolas.

 

A segunda mudança é que, agora, apenas os/as professores/as de escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental I (1ª a 4ª séries) podem concorrer, já que sabemos que o investimento na primeira infância é de importância indiscutível. A terceira alteração foi a criação da categoria “Escola”, que objetiva premiar as iniciativas institucionais. Cremos que é necessário que as experiências premiadas sejam abarcadas pela escola como um todo (institucionalizadas). Isto, sem dúvida nenhuma, fortalece as idéias e ações dos/as profissionais da educação que atuam no ambiente escolar. (Pela Equipe do Programa de Educação do CEERT).

 

Para mais informações, acesse o site www.ceert.org.br

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