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41811/03/2008 a 24/03/2008

O olhar do Nordeste para a sustentabilidade das ONGs

A sustentabilidade política e econômica das ONGs foi o tema do seminário Sustentabilidade do campo Abong: um olhar do Nordeste, realizado pelo Regional Nordeste 1 da Abong em Recife (PE), entre os dias 27 e 28 de fevereiro. O objetivo do encontro foi analisar os limites e desafios conjunturais das organizações do campo Abong, na perspectiva da sustentabilidade político-institucional.

 

Estiveram presentes representações de associadas do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Sergipe, das agências de cooperação Deutscher Entwicklungsdienst (DED), Catholic Relief Services (CRS) e Kindernothilfe (KNH), bem como Magnólia Said, integrante da direção executiva colegiada da Abong e diretora do Esplar – Centro de Pesquisa e Assessoria, e Isabel Pato, do Programa de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Abong Nacional.

No primeiro dia, o foco do debate foi a presença da cooperação internacional no Nordeste e sua relação de parceria com as organizações locais. Há algum tempo, o Brasil vem perdendo espaço para algumas regiões do mundo, nas políticas de intervenção da cooperação internacional. Há uma nova visão, a defender que o país necessita de menos ajuda do que regiões como a África.

 

Para Raimundo Augusto de Oliveira, da coordenação da Escola de Formação Quilombo dos Palmares (Equip), é preciso dialogar com a cooperação internacional. “Isto para fortalecer a idéia de que o Brasil pode ser uma democracia ou um modelo na América Latina (do ponto de vista das agências), mas que ainda precisa avançar no seu modelo de desenvolvimento, contando com o apoio da cooperação.”

Magnólia Said reforçou também que a crise para a sobrevivência das organizações deve ser analisada com base no contexto nacional e internacional. “Muitas agências sofrem pressão em seus países de origem para reafirmar uma política neoliberal, gerando mais dependência nos países em desenvolvimento”.

O encontro discutiu também o desenvolvimento institucional como uma das ferramentas importantes para lidar com esta situação de crise. Planejamento, comunicação, gestão, democracia interna foram temas debatidos e reforçados como determinantes para a realização da missão de uma organização.

 

Da mesma forma, foi apresentado o PDI da Abong, seus eixos de atuação e como é trabalhado o fortalecimento institucional – pensado para além de organizações, buscando soluções para o conjunto, de forma coletiva. O Programa é complexo, porque trata de organizações de vários campos temáticos, mas que atuam numa mesma perspectiva política. A diversidade é o seu grande desafio, mas, ao mesmo tempo, a sua riqueza.

Nesse sentido, o programa ajuda a sistematizar as experiências e a produzir uma constante reflexão sobre a ação da Associação. Afinal, como observou Magnólia, “o ativismo deve ser feito em conjunto com a constante reflexão e análise de conjuntura”.

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