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4104/12/2007 a 10/12/2007

Encontro discute a educação para uma outra São Paulo

O Grupo de Trabalho de Educação do Movimento Nossa São Paulo: Outra Cidade – que reúne dezenas de organizações da sociedade civil e várias associadas à Abong –, após várias plenárias pela cidade, realizou em 30 de novembro, no Parque Anhembi, o 1º Encontro Educação para uma Outra São Paulo.

Com cerca de 800 participantes, que discutiram em grupos 14 grandes temas da educação, a iniciativa teve entre seus objetivos: apresentar e aprimorar coletivamente um diagnóstico sobre a situação da educação no município de São Paulo; discutir propostas que permitam o aprimoramento do controle cidadão em educação e a construção de um Plano Municipal de Educação, por meio de um processo participativo amplo, envolvendo escolas e comunidades.

“O grande ganho foi ter realizado um evento plural, com a participação de educadores e educadoras das redes de ensino estadual, municipal e particular, faculdades de educação, representações de ONGs, e com o apoio das Secretarias de Educação do Estado e do município, dos sindicatos, entre outros”, analisa Vera Masagão Ribeiro, coordenadora de Programas da Ação Educativa e participante do GT Educação do Movimento. Segundo ela, em São Paulo, tanto a Educação Infantil, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) quanto os ensinos profissional e superior são marcados por problemas. “Temos a questão da qualidade, as desigualdades e a falta de recursos para garantir condições a uma educação adequada às necessidades dos alunos, não importa a qual classe social pertençam.”

Vera destaca que o GT sistematizou dados sobre a situação da educação na cidade, por meio dos produtos gerados para Encontro, o que possibilitou realizar um diagnóstico, bem como consensuar algumas propostas nos grupos de discussão do Encontro. “Nas escolas mais pobres, por exemplo, o índice de rotatividade de professores é muito grande – essas escolas chegam a ter de 80% até 100% de remoção da equipe por ano”, pontua. “É preciso que haja uma mudança na forma de contratação e também focalizar o incentivo à permanência justamente nessas regiões mais pobres e periféricas.”

Entre os temas debatidos esteve a educação integral, na qual as organizações não-governamentais exercem um importante papel, realizando ações complementares à escola. Nesse caso, opina Vera, o desafio é articular esses agentes educativos, potencializando sua ação.

Os debates também apontaram, entre outros, a necessidade de se encontrar soluções para viabilizar a construção de novas escolas. “É necessário repensar o plano diretor da cidade e a legislação pertinente, de modo a viabilizar a construção de novas unidades ou transporte para os alunos até as regiões onde há equipamentos ociosos.”

Entre os encaminhamentos do 1º Encontro, o GT de Educação do Movimento Nossa São Paulo deve constituir um Observatório de Educação e também elaborar um documento com propostas, a ser entregue aos/às candidatos/as à eleição municipal em 2008.

Saiba mais: www.nossasaopaulo.org.br

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