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informes - ABONG

53408/06/2015 a 02/07/2015

A CONEN e a conjuntura política

Os desafios da luta de combate ao racismo no Brasil

A crise internacional e a ampliação do racismo e das desigualdades no mundo


Há uma crise sistêmica e cíclica no capitalismo mundial. Com ela, aprofunda-se a crise civilizatória, onde os valores humanitários de solidariedade entre os povos, construídos na linha tênue da democracia, estão sendo solapados pela voracidade do capital econômico e financeiro. Estes, sempre articulados às políticas de Estado com orientações neoliberais e desenvolvimentistas conservadoras.


Os reflexos da crise sistêmica são verificados de forma mais aguda nos países do continente europeu, que não apresentou a mesma capacidade de recuperação econômica e social dos EUA pós- crise de 2008. Apesar da recuperação dos níveis de emprego e investimentos, os EUA seguem com o alargamento das desigualdades econômicas concentradas na população negra e latina em relação aos brancos. Do mesmo modo, a violência racial continua tensa e com assassinatos recorrentes, principalmente de homens negros.

O capital busca as suas saídas de sobrevivência, promove guerras e conflitos regionais, intensifica as diplomacias bélicas e segue seu curso. Na lógica de buscar saídas para o capital, o movimento geopolítico, Europa, EUA e China, principalmente, causam instabilidade econômica e financeira no plano global, com efeitos sociais em larga escala.

As desigualdades sociais e econômicas são as marcas mais evidentes do capitalismo no século XXI, debate internacional reavivado com as publicações das duas obras de Thomas Piketty, em que o autor aponta a concentração da renda, de riquezas e fortunas que beneficiam os mais ricos, e carga tributária injusta, que recai sobre os trabalhadores e mais pobres.  Este é um dos nós a ser desatados pelo capitalismo neste século, que demonstram o nível de exploração e violência que a maioria da população vive no plano mundial.

Embora as brutais desigualdades de renda não sejam propriamente uma novidade, sobretudo tratando-se do caso brasileiro, onde as diferenças de renda entre negros e brancos, mulheres e homens, são abissais e estruturais. Com isso, desafiam ainda mais as buscas de soluções para uma maior equidade.

Leia o texto na íntegra aqui.


Executiva da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN)

 

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